The Fort Worth Press - EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente do Irã

USD -
AED 3.672977
AFN 65.508892
ALL 79.133391
AMD 364.560039
ANG 1.789783
AOA 918.000398
ARS 1514.265801
AUD 1.39416
AWG 1.8
AZN 1.712179
BAM 1.676805
BBD 2.013726
BDT 122.784756
BGN 1.696366
BHD 0.377039
BIF 2990
BMD 1
BND 1.269981
BOB 11.543259
BRL 5.153997
BSD 0.999833
BTN 95.347711
BWP 13.36094
BYN 3.015274
BYR 19600
BZD 2.010777
CAD 1.387405
CDF 2274.999836
CHF 0.805285
CLF 0.023364
CLP 919.559859
CNY 6.72275
CNH 6.722855
COP 3130.17
CRC 454.305788
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.050065
CZK 20.708198
DJF 177.720254
DKK 6.41503
DOP 58.274976
DZD 133.092987
EGP 50.254505
ERN 15
ETB 160.589815
EUR 0.858197
FJD 2.194498
FKP 0.733198
GBP 0.735665
GEL 2.605013
GGP 0.733198
GHS 11.195024
GIP 0.733198
GMD 73.497863
GNF 8777.499016
GTQ 7.627842
GYD 209.170835
HKD 7.83905
HNL 26.819388
HRK 6.466901
HTG 130.804745
HUF 310.638981
IDR 17702
ILS 2.97955
IMP 0.733198
INR 95.35815
IQD 1310.5
IRR 1374574.999692
ISK 120.680207
JEP 0.733198
JMD 158.425603
JOD 0.70899
JPY 159.396496
KES 129.449495
KGS 87.44976
KHR 4045.000246
KMF 423.000083
KPW 900.000294
KRW 1385.665031
KWD 0.30876
KYD 0.833173
KZT 459.939215
LAK 22440.555034
LBP 89532.54202
LKR 328.532236
LRD 181.465113
LSL 15.470098
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.334962
MAD 9.26375
MDL 17.277314
MGA 4305.500186
MKD 52.745745
MMK 2099.669013
MNT 3598.834072
MOP 8.072549
MRU 40.095873
MUR 46.770582
MVR 15.459751
MWK 1735.999936
MXN 16.95764
MYR 4.0263
MZN 63.904978
NAD 15.970023
NGN 1345.049899
NIO 36.796982
NOK 9.35161
NPR 152.560261
NZD 1.68241
OMR 0.384504
PAB 0.999816
PEN 3.350995
PGK 4.434213
PHP 61.70704
PKR 277.550167
PLN 3.700345
PYG 5981.652949
QAR 3.64525
RON 4.512095
RSD 100.670979
RUB 84.380091
RWF 1472.755565
SAR 3.754863
SBD 8.019375
SCR 14.093392
SDG 601.000216
SEK 9.53263
SGD 1.271885
SHP 0.740866
SLE 24.649917
SLL 20969.499227
SOS 571.497717
SRD 37.759497
STD 20697.981008
STN 21.35
SVC 8.748398
SYP 13001.999906
SZL 15.969922
THB 32.834979
TJS 9.228191
TMT 3.51
TND 2.895499
TOP 2.40776
TRY 48.116599
TTD 6.792608
TWD 31.857401
TZS 2639.998031
UAH 44.547641
UGX 3737.187978
UYU 40.183987
UZS 11825.000134
VES 786.285303
VND 26105
VUV 118.051417
WST 2.710032
XAF 562.379811
XAG 0.014672
XAU 0.000217
XCD 2.70255
XCG 1.801962
XDR 0.707052
XOF 562.384633
XPF 102.649734
YER 237.050125
ZAR 15.96634
ZMK 9001.204567
ZMW 18.970949
ZWL 321.999592
EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente do Irã

EUA não conseguirá 'nada' com pressão econômica, diz presidente do Irã

O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, advertiu nesta quarta-feira (26) que os Estados Unidos não conseguirão "nada" com as novas medidas econômicas anunciadas contra a República Islâmica, que Washington ameaçou "asfixiar".

Tamanho do texto:

Após quase seis meses de guerra, os Estados Unidos intensificaram a pressão econômica nesta semana com sanções "secundárias" que buscam isolar ainda mais o Irã, ameaçando parceiros comerciais.

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, apresentou na segunda-feira um plano para alcançar a "asfixia econômica" do Irã e advertiu sobre graves consequências para os países que se recusarem a aderir à campanha de Washington.

O presidente iraniano, considerado moderado, reconheceu recentemente que seu país enfrenta "muitas dificuldades econômicas" após décadas de sanções internacionais.

Ainda assim, afirmou nesta quarta-feira que "os Estados Unidos não obterão nada com sua pressão econômica nesta fase, do mesmo modo que não obtiveram durante a guerra".

O presidente americano, Donald Trump, defendeu em declarações à Al Jazeera que Washington está "ganhando a guerra" e que ele "não tem pressa".

Os iranianos "têm uma inflação desmedida, sua economia está afundando, tratam muito mal sua população (...), eu não tenho nenhum prazo", acrescentou.

O conflito foi desencadeado por uma campanha de bombardeios dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã em 28 de fevereiro.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quarta-feira que disse a Trump, durante seu último encontro em julho, na capital americana, que "duvida" que "se possa alcançar um acordo diplomático com essa gente, com esses selvagens".

"Eu digo a vocês: não se pode chegar a um acordo", reforçou em declarações em que elogia a política de sanções do republicano.

- Irã diz que acertou com Omã sobre renda obtida em Ormuz -

O Irã condiciona o fim do conflito e, em particular, a reabertura do Estreito de Ormuz, ao cumprimento, por parte dos Estados Unidos, do prometido em um memorando bilateral assinado em junho, que ratificava o cessar-fogo alcançado em abril. O documento virou letra morta.

O vice-ministro iraniano das Relações Exteriores, Kazem Gharibabadi, advertiu nesta quarta-feira no X que o estreito, fechado de facto por Teerã, só será reaberto quando Washington "cumprir plenamente todos os compromissos que violaram".

"O Estreito de Ormuz só será reaberto em troca do fim da guerra em todas as frentes, do levantamento do bloqueio e de uma solução para o Iêmen", onde combatem seus aliados, os rebeldes houthis, afirmou. Além disso, a resposta do Irã às sanções americanas consistirá em "atacar seus interesses econômicos".

Irã e Omã, os dois países às margens de Ormuz, negociam para estabelecer um "corredor temporário" e iniciar uma operação de remoção de minas, anunciaram na terça-feira em um comunicado conjunto.

Segundo detalharam, continuarão negociando para estabelecer um corredor "permanente" e definir "a futura gestão do estreito", além de um mecanismo para "proporcionar os serviços de navegação e segurança necessários".

Assim que esse acordo provisório for finalizado, ambas as partes terão de 30 a 60 dias para negociar um corredor permanente, disse Gharibabadi à agência iraniana Tasnim.

O vice-ministro iraniano explicou à imprensa local que o acordo proposto contemplaria que os navios que ingressassem no Golfo o fizessem por águas iranianas, enquanto os que saíssem utilizariam o litoral do Omã.

Ambos os países negociam "os elementos de uma arquitetura de governança e de segurança para o pós-guerra no Estreito de Ormuz, o que explica a lentidão do processo", afirmou à AFP o pesquisador omanense Abdallah Baabood.

Segundo a Guarda Revolucionária iraniana, envolvida nestas negociações, "alguns acordos foram alcançados sobre qual parte das águas do estreito cabe a cada país e qual parte das receitas corresponde ao Irã e a Omã".

O pacto foi obtido em negociações que os Estados Unidos tentam "obstaculizar", segundo o porta-voz da Guarda, Hossein Mohebi.

Recentemente, Trump ameaçou bombardear Omã caso o sultanato "se interponha" no caminho de um acordo de Washington com o Irã sobre a administração do Estreito de Ormuz.

"Alguns aspectos da diplomacia omanense podem incomodar Washington, mas o país também precisa do canal que Omã oferece", analisou Abdallah Baabood, em referência ao seu papel como intermediário na região.

T.Harrison--TFWP