The Fort Worth Press - Biden vende força econômica, mas eleitores ainda não compraram a ideia

USD -
AED 3.673042
AFN 65.000368
ALL 81.805041
AMD 361.930403
ANG 1.790365
AOA 918.000367
ARS 1517.834304
AUD 1.43185
AWG 1.8
AZN 1.70397
BAM 1.744856
BBD 2.013944
BDT 123.295432
BGN 1.683441
BHD 0.37765
BIF 3000
BMD 1
BND 1.280405
BOB 11.844107
BRL 4.990804
BSD 0.999924
BTN 96.667826
BWP 13.756033
BYN 3.041855
BYR 19600
BZD 2.011089
CAD 1.42655
CDF 2310.000362
CHF 0.830699
CLF 0.024742
CLP 976.970396
CNY 6.69215
CNH 6.69283
COP 3195.29
CRC 456.246627
CUC 1
CUP 23.99868
CVE 98.750394
CZK 21.763304
DJF 177.720393
DKK 6.672604
DOP 61.303884
DZD 134.724069
EGP 52.403301
ERN 15
ETB 161.130392
EUR 0.892504
FJD 2.24725
FKP 0.757083
GBP 0.756144
GEL 2.590391
GGP 0.757083
GHS 11.77039
GIP 0.757083
GMD 73.503851
GNF 8755.000355
GTQ 7.644716
GYD 209.141639
HKD 7.84875
HNL 26.940388
HRK 6.725604
HTG 130.93884
HUF 325.760388
IDR 17891.4
ILS 3.06346
IMP 0.757083
INR 96.62095
IQD 1310.5
IRR 1779470.000352
ISK 122.150386
JEP 0.757083
JMD 158.703536
JOD 0.70904
JPY 158.27504
KES 129.810385
KGS 87.450384
KHR 4070.00035
KMF 440.00035
KPW 900.000318
KRW 1340.440383
KWD 0.31096
KYD 0.833266
KZT 454.380002
LAK 22450.503779
LBP 89550.000349
LKR 330.845716
LRD 171.250382
LSL 16.510381
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.425039
MAD 9.833504
MDL 17.92861
MGA 4502.503755
MKD 54.92981
MMK 2099.693915
MNT 3600.849225
MOP 8.082417
MRU 40.225039
MUR 47.460378
MVR 15.450378
MWK 1741.000345
MXN 18.414104
MYR 4.085504
MZN 63.910377
NAD 16.510377
NGN 1329.000344
NIO 36.855039
NOK 9.561404
NPR 154.668165
NZD 1.781262
OMR 0.384742
PAB 0.999915
PEN 3.430504
PGK 4.45175
PHP 62.745038
PKR 277.035038
PLN 3.916904
PYG 5687.419428
QAR 3.640374
RON 4.766038
RSD 104.682038
RUB 85.159581
RWF 1475
SAR 3.753624
SBD 8.078071
SCR 13.846085
SDG 601.503676
SEK 9.999204
SGD 1.279304
SHP 0.755572
SLE 24.670371
SLL 20969.491881
SOS 571.503662
SRD 37.692504
STD 20697.981008
STN 21.975
SVC 8.749336
SYP 13002.000254
SZL 16.510369
THB 33.520369
TJS 9.199181
TMT 3.51
TND 3.009508
TOP 2.40776
TRY 49.270368
TTD 6.792847
TWD 31.961404
TZS 2640.000335
UAH 44.910719
UGX 4088.733456
UYU 40.164333
UZS 11895.000334
VES 875.701604
VND 25899.5
VUV 120.049533
WST 2.785534
XAF 585.444314
XAG 0.016442
XAU 0.000238418806
XCD 2.70255
XCG 1.802139
XDR 0.707052
XOF 585.444314
XPF 106.875037
YER 236.203589
ZAR 16.520105
ZMK 9001.203584
ZMW 19.873405
ZWL 321.999592
SSP 5753.260075
MXV 2.08033
Biden vende força econômica, mas eleitores ainda não compraram a ideia
Biden vende força econômica, mas eleitores ainda não compraram a ideia / foto: © AFP

Biden vende força econômica, mas eleitores ainda não compraram a ideia

Para Joe Biden, tudo está cor de rosa na economia americana, e as estatísticas apoiam-no, mas os eleitores seguem sofrendo com os altos preços, uma lacuna de percepção que está dificultando a campanha do presidente à reeleição.

Tamanho do texto:

O crescimento é positivo, o desemprego cai, e a economia americana está se recuperando da pandemia da covid-19 melhor do que outros países, graças a um enorme pacote de estímulos.

Mas o problema para a campanha do democrata, que aspira a um segundo período no cargo, é que a maioria dos americanos não sente a melhora onde mais importa: na carteira.

A inflação está em queda, mas os preços ainda altos significam que as pessoas ainda gastam muito para colocar comida na mesa, pagar o aluguel, ou comprar gasolina, sem importar o que os números do governo dizem.

Biden tentará convencê-los de que as coisas irão melhorar quando fizer, na quinta-feira (18), seu primeiro evento de campanha em 2024, em Allentown, Pensilvânia (nordeste), estado que prenuncia uma disputa bastante acirrada nas eleições presidenciais de novembro.

Depois que os números da inflação vieram acima do previsto na última quinta, Biden se gabou de ter criado 14 milhões de postos de trabalho desde que se tornou presidente, embora tenha concordado que ainda falta "muito trabalho para baixar os custos para as famílias e para os trabalhadores americanos".

Joanne Hsu, da Universidade de Michigan, que publica uma pesquisa mensal sobre a confiança dos consumidores, seguida de perto pelos mercados, disse que os índices estavam melhorando, ainda que lentamente.

"Há muitas evidências em nossa pesquisa de que os consumidores reconhecem os pontos fortes da nossa economia", disse Hsu à AFP

"No entanto, o que não os fazem se sentir bem... é que a inflação, especificamente os altos preços, seguem tendo um forte peso sobre suas experiências econômicas".

Os preços, em particular, não baixaram até os níveis de antes da pandemia, transformando uma simples ida ao supermercado em um tormento para as famílias.

"Os consumidores ainda relutam em aceitar que não vamos voltar a 2019", afirma Hsu.

- "Bidenomics" -

Em dezembro, Biden demonstrou sua frustração antes de partir para as férias de Natal. Quando um jornalista lhe perguntou sobre a economia em 2024, o presidente respondeu: "Está tudo bem. Dê uma olhada. Comece a reportar da maneira certa".

O mandatário de 81 anos enfrenta índices de aprovação historicamente baixos e, nas pesquisas, está empatado, ou mesmo atrás, de seu provável oponente republicano, Donald Trump, a quem derrotou em 2020.

A sabedoria política diz que as eleições nos Estados Unidos se ganham com "a economia, estúpido", frase famosa da campanha de Bill Clinton em 1992. Portanto, Biden poderia ser perdoado por pensar que a economia trabalha a seu favor.

A confiança do presidente de que a economia atrairia os eleitores levou a Casa Branca, no ano passado, a rebatizar suas políticas como "Bidenomics", com o objetivo de vender boas notícias aos eleitores.

A política "Bidenomics" se relaciona, em particular, ao ato legislativo de redução da inflação, que incluiu centenas de bilhões de dólares para desenvolver a infraestrutura, impulsionar a fabricação de alta tecnologia e da energia e a tecnologia verde.

Muitos desses projetos levam, no entanto, anos em seu desenvolvimento e vão render frutos para os eleitores apenas depois das eleições. Outro problema é que muitos são projetos regionais, e funcionários locais, alguns deles republicanos, podem atribuir o mérito a si próprios.

O risco do "Bidenomics" é que qualquer fracasso esteja ligado ao próprio Biden, e assim aconteceu. O slogan foi discretamente abandonado no final do ano passado, embora pareça ter regressado quando a campanha começou.

Como resultado, a campanha passou a atacar Trump como uma ameaça à democracia, e os dois primeiros discursos de Biden do ano se concentraram nisso e quase não mencionaram a economia.

Trump respondeu dizendo que esperava que a economia entrasse em colapso, recebendo uma dura reprimenda de Biden.

"A Casa Branca experimentou mensagens mais afirmativas, falando sobre o que o presidente fez. Até agora não conseguiram mover a agulha", diz William Galston, pesquisador da Brookings Institution.

Analistas dizem que a melhor opção de Biden é um número simples, mas muito específico: que os salários continuem a subir mais rapidamente do que os preços, como têm ocorrido desde abril do ano passado, permitindo que os consumidores sintam as carteiras mais cheias.

"Se isso não acontecer, será uma subida difícil", completou Galston.

J.P.Cortez--TFWP