The Fort Worth Press - Crise EUA-Venezuela avança lentamente

USD -
AED 3.672496
AFN 63.501197
ALL 83.072963
AMD 375.623475
ANG 1.790083
AOA 917.000069
ARS 1389.835001
AUD 1.448006
AWG 1.8
AZN 1.697841
BAM 1.695072
BBD 2.009612
BDT 122.428639
BGN 1.709309
BHD 0.377609
BIF 2964.709145
BMD 1
BND 1.2851
BOB 6.894519
BRL 5.156952
BSD 0.997742
BTN 92.939509
BWP 13.688562
BYN 2.956504
BYR 19600
BZD 2.006665
CAD 1.392785
CDF 2295.999651
CHF 0.798375
CLF 0.023224
CLP 916.999716
CNY 6.885602
CNH 6.88361
COP 3662.46
CRC 464.279833
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.56558
CZK 21.24979
DJF 177.673004
DKK 6.474098
DOP 60.312178
DZD 133.062353
EGP 54.236094
ERN 15
ETB 155.800822
EUR 0.866297
FJD 2.253798
FKP 0.755399
GBP 0.755645
GEL 2.685023
GGP 0.755399
GHS 10.970563
GIP 0.755399
GMD 74.000231
GNF 8752.513347
GTQ 7.632939
GYD 208.828972
HKD 7.83676
HNL 26.504427
HRK 6.526097
HTG 130.952897
HUF 333.592497
IDR 17006
ILS 3.12724
IMP 0.755399
INR 92.62535
IQD 1307.141959
IRR 1319124.999964
ISK 125.120297
JEP 0.755399
JMD 157.303566
JOD 0.708993
JPY 159.552503
KES 129.797745
KGS 87.44973
KHR 3990.137323
KMF 427.000333
KPW 899.984966
KRW 1509.289674
KWD 0.30934
KYD 0.831502
KZT 472.805432
LAK 21970.392969
LBP 89502.03926
LKR 314.804623
LRD 183.088277
LSL 16.955078
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.380628
MAD 9.374033
MDL 17.55613
MGA 4171.343141
MKD 53.422776
MMK 2099.725508
MNT 3578.768806
MOP 8.055104
MRU 39.637211
MUR 46.940202
MVR 15.459712
MWK 1730.071718
MXN 17.852885
MYR 4.031026
MZN 63.949845
NAD 16.954711
NGN 1378.750052
NIO 36.712196
NOK 9.754755
NPR 148.701282
NZD 1.75151
OMR 0.384545
PAB 0.997734
PEN 3.45194
PGK 4.316042
PHP 60.225005
PKR 278.39991
PLN 3.708349
PYG 6454.29687
QAR 3.638018
RON 4.416301
RSD 101.772347
RUB 80.185502
RWF 1457.240049
SAR 3.754249
SBD 8.038772
SCR 14.425806
SDG 601.000202
SEK 9.43975
SGD 1.285802
SHP 0.750259
SLE 24.650076
SLL 20969.510825
SOS 570.192924
SRD 37.350974
STD 20697.981008
STN 21.233539
SVC 8.730169
SYP 111.309257
SZL 16.948198
THB 32.600496
TJS 9.563492
TMT 3.51
TND 2.941459
TOP 2.40776
TRY 44.592198
TTD 6.768937
TWD 31.938504
TZS 2600.000224
UAH 43.698134
UGX 3743.234401
UYU 40.405091
UZS 12122.393971
VES 473.390499
VND 26340
VUV 119.350864
WST 2.77386
XAF 568.506489
XAG 0.013693
XAU 0.000214
XCD 2.70255
XCG 1.798209
XDR 0.70704
XOF 568.516344
XPF 103.361457
YER 238.649795
ZAR 16.970895
ZMK 9001.202795
ZMW 19.281421
ZWL 321.999592
Crise EUA-Venezuela avança lentamente
Crise EUA-Venezuela avança lentamente / foto: © AFP

Crise EUA-Venezuela avança lentamente

O atual agravamento da tensão entre Washington e Caracas se desenvolve em câmera lenta, com vazamentos de imagens de navios supostamente secretos, ou de trajetórias de aviões, ou a confirmação por parte do presidente Donald Trump de que a CIA voltou a intervir na região.

Tamanho do texto:

"É meio engraçado porque, claro, no passado, como durante a Guerra Fria, as intervenções da CIA na América Latina eram encobertas, certo?", afirma à AFP Michelle Paranzino, professora associada de Estratégia e Política no Colégio Naval Militar dos Estados Unidos e especialista em América Latina.

"Era para manter uma negação plausível do envolvimento dos Estados Unidos. Não está muito claro qual é o aspecto encoberto aqui se o presidente está reconhecendo isto abertamente", acrescentou.

A imprensa americana vazou diversos aspectos do envio de forças ou dos supostos contatos com o regime venezuelano, confirmados ou não por Trump.

As operações da CIA na Venezuela seriam motivadas por "duas razões", disse Trump a um jornalista: o presidente Nicolás Maduro seria um suposto líder do narcotráfico e a Venezuela teria libertado detentos para enviá-los aos Estados Unidos.

- Suposto navio "fantasma" -

Paralelamente, outros vazamentos pareceriam indicar que o governo americano não controla totalmente a narrativa.

Pessoas que acompanham a aviação postaram nas redes sociais itinerários de aeronaves militares americanas perto da costa venezuelana, utilizando simples rastreadores na internet como o Flightradar24.

O Pentágono informou em seguida que um bombardeiro B-52, com capacidade de transportar armas nucleares, havia sobrevoado a região no dia 15 de outubro, para garantir a capacidade "de responder a qualquer eventualidade ou desafio".

E a imprensa publicou fotografias borradas de um suposto "navio fantasma" com unidades especiais a bordo.

A embarcação seria o MV Ocean Trader, um navio com capacidade de "camuflagem" para ser considerado um navio mercante, segundo o site especializado Task&Purpose.

O governo dos Estados Unidos tem três opções, segundo Evan Cooper e Alessandro Perri, analistas do site especializado em segurança e estratégia Stimson.

"Continuar com os ataques contra navios no Caribe, executar ataques direcionados dentro da Venezuela ou uma invasão da Venezuela com o objetivo de mudar o regime", explicam.

As três opções "são ruins", segundo os dois analistas, com base no passado intervencionista dos Estados Unidos na região.

Mas Trump transformou o lema "ser respeitado" em um dos pilares de sua política externa.

O conceito ambíguo ajudou os Estados Unidos a atacar o Irã ao lado de Israel, para imediatamente depois declarar vitória e propor novas negociações.

"Acredito que seria racional ou razoável assumir que o objetivo é conseguir que Maduro renuncie sem precisar efetuar uma intervenção militar completa para removê-lo", explica Michelle Paranzino.

A deliberada lentidão do governo americano pode levar a momentos inesperados, como a confirmação na sexta-feira (17) de que o principal responsável por supervisionar ataques dos Estados Unidos contra supostas lanchas do narcotráfico no Caribe, o almirante Alvin Holsey, deixará o posto de chefe do Comando Sul para se aposentar.

Com mais de três décadas de experiência, Holsey estava no cargo há apenas um ano.

"O Departamento (de Guerra) agradece suas décadas de serviço", afirmou na sexta-feira o secretário Peter Hegseth.

S.Jordan--TFWP