The Fort Worth Press - 'Não há alternativa' à solução de dois Estados no conflito israelense-palestino, diz França

USD -
AED 3.672498
AFN 64.999835
ALL 81.982977
AMD 362.192117
ANG 1.790365
AOA 918.000318
ARS 1517.537496
AUD 1.440185
AWG 1.8
AZN 1.700361
BAM 1.749507
BBD 2.015019
BDT 123.35519
BGN 1.683441
BHD 0.377671
BIF 3000.791659
BMD 1
BND 1.282667
BOB 11.949925
BRL 5.0149
BSD 1.000443
BTN 96.773876
BWP 13.820371
BYN 3.062335
BYR 19600
BZD 2.012049
CAD 1.426025
CDF 2314.999714
CHF 0.833601
CLF 0.024796
CLP 979.109831
CNY 6.70455
CNH 6.704375
COP 3246.37
CRC 455.852689
CUC 1
CUP 24.010877
CVE 98.634512
CZK 21.8124
DJF 178.154673
DKK 6.68107
DOP 60.532601
DZD 134.561013
EGP 52.397798
ERN 15
ETB 163.413408
EUR 0.89393
FJD 2.253796
FKP 0.756809
GBP 0.757175
GEL 2.59503
GGP 0.756809
GHS 11.810379
GIP 0.756809
GMD 73.999555
GNF 8801.205816
GTQ 7.648201
GYD 209.311167
HKD 7.84761
HNL 26.853682
HRK 6.7412
HTG 131.003976
HUF 327.255503
IDR 17948
ILS 3.076899
IMP 0.756809
INR 96.8306
IQD 1515.68552
IRR 1732150.000211
ISK 122.460032
JEP 0.756809
JMD 158.929793
JOD 0.709015
JPY 158.276964
KES 129.930251
KGS 87.450109
KHR 4071.865929
KMF 440.000284
KPW 900.000318
KRW 1343.629763
KWD 0.31086
KYD 0.833695
KZT 450.986443
LAK 22482.925804
LBP 89588.832782
LKR 331.11789
LRD 171.077407
LSL 16.697677
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.431616
MAD 9.969542
MDL 17.893131
MGA 4467.244826
MKD 55.084935
MMK 2099.765857
MNT 3595.748979
MOP 8.086572
MRU 39.937025
MUR 47.520299
MVR 15.41036
MWK 1734.762793
MXN 18.012039
MYR 4.091984
MZN 63.909942
NAD 16.697677
NGN 1329.820367
NIO 36.818706
NOK 9.58006
NPR 154.837844
NZD 1.78924
OMR 0.384502
PAB 1.000434
PEN 3.441332
PGK 4.534334
PHP 63.060503
PKR 277.046363
PLN 3.91087
PYG 5758.066392
QAR 3.646805
RON 4.776797
RSD 104.919002
RUB 85.349196
RWF 1477.66154
SAR 3.752339
SBD 8.000512
SCR 13.81628
SDG 601.499968
SEK 10.006345
SGD 1.28196
SHP 0.756573
SLE 24.670253
SLL 20969.491881
SOS 571.783828
SRD 37.871009
STD 20697.981008
STN 21.915995
SVC 8.753796
SYP 13002.000254
SZL 16.692832
THB 33.680497
TJS 9.219037
TMT 3.51
TND 2.99182
TOP 2.40776
TRY 49.215601
TTD 6.795747
TWD 31.973027
TZS 2639.999597
UAH 44.936959
UGX 4096.93088
UYU 40.119329
UZS 11820.21889
VES 873.63875
VND 25899.5
VUV 120.100619
WST 2.770789
XAF 586.379836
XAG 0.016988
XAU 0.000242441287
XCD 2.70255
XCG 1.803007
XDR 0.707052
XOF 586.379836
XPF 106.681218
YER 236.20529
ZAR 16.64968
ZMK 9001.186468
ZMW 19.919225
ZWL 321.999592
SSP 5751.632701
MXV 2.035349
'Não há alternativa' à solução de dois Estados no conflito israelense-palestino, diz França
'Não há alternativa' à solução de dois Estados no conflito israelense-palestino, diz França / foto: © AFP

'Não há alternativa' à solução de dois Estados no conflito israelense-palestino, diz França

"Não há alternativa" à criação de dois Estados, um israelense e outro palestino, que vivam lado a lado em paz e segurança, estimou, nesta segunda-feira (28), a França, na abertura de uma conferência internacional para reviver esta solução que se distanciou após quase dois anos de guerra em Gaza.

Tamanho do texto:

"Apenas uma solução política de dois Estados permite responder às legítimas aspirações de israelenses e palestinos de viver em paz e segurança", declarou o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Noël Barrot, que fez um apelo para tomar "medidas concretas" para preservar a perspectiva de um Estado palestino "viável".

Após o anúncio do presidente francês, Emmanuel Macron, na última quinta-feira (24), de que seu país reconhecerá oficialmente o Estado palestino em setembro, a conferência convocada pela Assembleia Geral da ONU e copresidida por França e Arábia Saudita espera revitalizar esta proposta.

Na esteira da Espanha, a França desejaria convencer outras grandes potências a dar este passo, como o Reino Unido.

No entanto, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, reiterou, na sexta-feira (25), que o reconhecimento deve "estar inscrito em um plano mais global". Por sua vez, a Alemanha não o considera "a curto prazo".

"Todos os Estados têm a responsabilidade de agir agora", insistiu o primeiro-ministro palestino, Mohammad Mustafa, que se mostrou disposto a autorizar o desdobramento de uma força internacional para proteger a população palestina.

Segundo uma contagem da AFP, ao menos 142 dos 193 Estados-membros da ONU reconhecem o Estado palestino proclamado pela direção palestina no exílio em 1988.

Em 1947, uma resolução da Assembleia Geral da ONU decidiu a partição da Palesina, então sob mandato britânico, em dois Estados independentes, um judeu e outro árabe. No ano seguinte, foi proclamado o Estado de Israel.

Durante décadas, a grande maioria dos integrantes da ONU tem apoiado a solução de dois Estados, um israelense e outro palestino.

No entanto, após mais de 21 meses de guerra em Gaza, a expansão dos assentamentos israelenses na Cisjordânia e as intenções dos responsáveis israelenses de anexar este território ocupado, cresce o temor de que a criação de um Estado palestino seja fisicamente impossível.

Por isso a ideia desta conferência que, no entanto, acontece na ausência de Israel e dos Estados Unidos.

"Um Estado palestino independente é a chave para a paz na região", defendeu o ministro das Relações Exteriores saudita, o príncipe Faisal bin Farhan, ao inaugurar a conferência.

- "Mais longe do que nunca" -

"Estamos em um ponto de ruptura. A solução de dois Estados está mais longe do que nunca", alertou o secretário-geral da ONU, António Guterres.

"Sejamos claros, a anexação insidiosa da Cisjordânia é ilegal, deve ser contida. A destruição em grande escala de Gaza é intolerável, deve ser contida", insistiu, e denunciou as ações "unilaterais" que poderiam "prejudicar para sempre" a solução de dois Estados.

Se trata do "conflito mais antigo" que a ONU possui, lembrou o ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel Albares, que destacou que é necessário criar as bases para um Estado palestino "viável" integrado por Cisjordânia e Gaza.

Além de criar uma dinâmica para o reconhecimento do Estado palestino, a conferência se concentrará em outros três eixos: a reforma da governança da Autoridade Palestina, o desarmamento do Hamas e sua exclusão do governo palestino e, por último, a normalização das relações com Israel por parte dos Estados árabes que ainda não o fizeram.

Segundo uma fonte diplomática francesa, não se espera nenhum anúncio de normalização com Israel esta semana.

A pressão internacional sobre Israel para que ponha fim à guerra em Gaza, desencadeada pelos ataques do Hamas de 7 de outubro de 2023, não para de se intensificar.

Por isso, a catástrofe humanitária no pequeno território devastado deveria ser o tema central dos discursos dos representantes de mais de 100 países anunciados na tribuna de segunda a quarta-feira (30), embora Israel tenha declarado no domingo (27) uma pausa diária nos combates com fins humanitários em algumas áreas.

Neste contexto, "mais trivialidades sobre a solução de dois Estados e o processo de paz não ajudarão a alcançar os objetivos da conferência nem a deter o extermínio dos palestinos em Gaza", afirmou o ex-chanceler costa-riquenho Bruno Stagno, da Human Rights Watch, e instou aos gorvenos a tomarem medidas "concretas" contra Israel, em particular sanções seletivas, um embargo de armas e a suspensão dos acordos comerciais.

T.Harrison--TFWP