The Fort Worth Press - Israel mantém bombardeio a Gaza e Hamas faz novas condições para acordo humanitário

USD -
AED 3.672496
AFN 63.999712
ALL 80.660025
AMD 364.155001
ANG 1.790365
AOA 917.999969
ARS 1524.750559
AUD 1.417435
AWG 1.8
AZN 1.703082
BAM 1.716593
BBD 2.014833
BDT 123.096502
BGN 1.683441
BHD 0.377145
BIF 3013.033747
BMD 1
BND 1.278097
BOB 12.259622
BRL 5.1881
BSD 1.000307
BTN 95.794093
BWP 13.621802
BYN 3.022425
BYR 19600
BZD 2.011937
CAD 1.41345
CDF 2340.00052
CHF 0.828271
CLF 0.024357
CLP 961.769788
CNY 6.71325
CNH 6.7343
COP 3348.488173
CRC 454.820731
CUC 1
CUP 24.008426
CVE 96.778865
CZK 21.384398
DJF 178.136657
DKK 6.5628
DOP 59.49006
DZD 134.160706
EGP 51.788213
ERN 15
ETB 162.282003
EUR 0.87791
FJD 2.24725
FKP 0.754924
GBP 0.754689
GEL 2.615004
GGP 0.754924
GHS 11.618906
GIP 0.754924
GMD 73.497258
GNF 8797.998859
GTQ 7.639444
GYD 209.30355
HKD 7.842504
HNL 26.849519
HRK 6.613804
HTG 130.916751
HUF 320.615026
IDR 17914.1
ILS 3.04806
IMP 0.754924
INR 95.817495
IQD 1310.484048
IRR 1374575.000352
ISK 120.260189
JEP 0.754924
JMD 158.265678
JOD 0.708999
JPY 157.244982
KES 129.644095
KGS 87.448199
KHR 4068.10901
KMF 433.00033
KPW 900.000318
KRW 1354.240209
KWD 0.30864
KYD 0.833633
KZT 443.156186
LAK 22438.232325
LBP 89581.428007
LKR 330.293588
LRD 172.063018
LSL 16.32106
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.395752
MAD 9.599596
MDL 17.756616
MGA 4416.553298
MKD 54.043972
MMK 2099.36214
MNT 3596.164164
MOP 8.082152
MRU 40.243999
MUR 47.529762
MVR 15.449983
MWK 1734.585509
MXN 17.759903
MYR 4.074101
MZN 63.909481
NAD 16.32106
NGN 1326.379584
NIO 36.810462
NOK 9.50785
NPR 153.270725
NZD 1.749629
OMR 0.385571
PAB 1.000307
PEN 3.395971
PGK 4.456927
PHP 62.346967
PKR 277.197262
PLN 3.83775
PYG 5896.344407
QAR 3.646377
RON 4.629196
RSD 103.085092
RUB 84.346338
RWF 1478.474569
SAR 3.755913
SBD 8.000512
SCR 13.862997
SDG 601.50015
SEK 9.91775
SGD 1.2784
SHP 0.755002
SLE 24.650119
SLL 20969.491881
SOS 571.729495
SRD 37.667498
STD 20697.981008
STN 21.503489
SVC 8.753236
SYP 13002.000254
SZL 16.317198
THB 33.374966
TJS 9.228244
TMT 3.51
TND 2.961425
TOP 2.40776
TRY 48.942503
TTD 6.803879
TWD 31.728698
TZS 2654.934831
UAH 44.794751
UGX 3918.023434
UYU 40.075482
UZS 11839.206565
VES 852.43145
VND 25976
VUV 118.388248
WST 2.745723
XAF 575.871361
XAG 0.015553
XAU 0.000233347179
XCD 2.70255
XCG 1.80287
XDR 0.707052
XOF 575.871361
XPF 104.673717
YER 236.649834
ZAR 16.190531
ZMK 9001.198929
ZMW 19.513758
ZWL 321.999592
SSP 5712.5919
MXV 2.012596
Israel mantém bombardeio a Gaza e Hamas faz novas condições para acordo humanitário
Israel mantém bombardeio a Gaza e Hamas faz novas condições para acordo humanitário / foto: © AFP

Israel mantém bombardeio a Gaza e Hamas faz novas condições para acordo humanitário

Israel seguiu bombardeando, nesta quarta-feira (17), a Faixa de Gaza, onde se espera a chegada de medicamentos para reféns israelenses e de ajuda humanitária para os habitantes do devastado território palestino, graças a um acordo com o movimento islamista Hamas.

Tamanho do texto:

Mas quase 24 horas depois do anúncio do acordo, mediado por Catar e França, um dirigente do Hamas apresentou novas condições para o fornecimento dos medicamentos, entre elas impedir que Israel inspecione os caminhões que vão transportá-los.

Um correspondente da AFP informou sobre uma série de ataques aéreos noturnos na cidade de Khan Yunis, no sul da Faixa, e testemunhas reportaram bombardeios perto do hospital Nasser, onde Israel afirma que líderes do Hamas se escondem.

O grupo islamista, no poder em Gaza desde 2007, informou que ao menos 81 pessoas morreram durante a noite no território, onde vivem quase 2,4 milhões de pessoas.

Segundo a ONU, a situação em Gaza, em pleno inverno, é "catastrófica".

"Minha filha não consegue dormir, sempre me diz que sente frio. Vejam como dormem no chão, não tenho nada para cobri-los", afirma Hanin Aduan, deslocada pelos combates em Rafah, na fronteira com o Egito.

A guerra eclodiu em 7 de outubro, com uma incursão de milicianos islamistas que mataram cerca de 1.140 pessoas no sul de Israel, a maioria civis, segundo um balanço da AFP com base em dados israelenses.

Também foram sequestradas cerca de 250 pessoas e 132 permaneceram em Gaza, das quais 27 teriam morrido, segundo as autoridades israelenses. Uma centena foi libertada durante uma trégua de uma semana no fim de novembro, em troca da soltura de palestinos presos em Israel.

Em represália, Israel lançou uma ofensiva aérea e terrestre que deixou 24.448 mortos, a grande maioria mulheres, crianças e adolescentes, segundo o último balanço do Ministério da Saúde do Hamas.

O Exército israelense anunciou, nesta quarta, a morte de dois soldados, aumentando para 192 suas baixas na Faixa de Gaza.

- Novas condições para fornecer remédios -

Na terça-feira, o Catar anunciou que a mediação conjunta com a França permitiu alcançar um acordo "entre Israel e Hamas para entregar remédios (...) aos reféns israelenses em troca do envio de uma carga de ajuda humanitária para os civis da Faixa de Gaza".

O Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) comemorou o acordo, afirmando que representa "um momento de alívio muito necessário".

Uma fonte de segurança egípcia afirmou, na manhã desta quarta, que um avião catari chegou a El Arish, no Egito, "carregado de medicamentos".

No entanto, um dirigente do Hamas apresentou novas condições para a entrega dos remédios.

Em um publicação na rede X, Musa Abu Marzuk rejeitou que o comboio seja inspecionado por Israel e pediu que a cada caixa de medicamentos destinada aos reféns sejam enviadas 1.000 para os habitantes de Gaza.

Ele exigiu, ainda, que "os medicamentos [sejam] fornecidos através de um país no qual [o Hamas] confia, Catar, e não a França, como Israel pedia".

Em Nir Oz, um kibutz próximo a Gaza, o grupo de familiares dos reféns "Bring them home now" (Tragam-nos para casa agora) organizou uma festa de 1 ano simbólica para o refém mais joven, Kfir Bibas.

O Hamas anunciou sua morte em novembro, mas as autoridades israelenses não a confirmaram.

- Dez mortos na Cisjordânia -

O Exército israelense, que intensificou suas intervenções armadas na Cisjordânia desde o início da guerra, apresentou um dos mortos como o líder de uma "célula terrorista" que "planejava um atentado iminente de grande magnitude".

Na fronteira entre Israel e Líbano, as trocas de tiros são quase diárias entre o Exército israelense e o movimento xiita libanês Hezbollah.

O chefe de Estado-maior israelense, Herzi Halevi, afirmou que a probabilidade de uma guerra "nos próximos meses" na fronteira norte de Israel é, atualmente, "muito mais elevada do que anteriormente".

Nesta quarta-feira, o secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que um "confronto pleno" entre ambos os lados seria um "desastre total".

Outra área de tensão é o Mar Vermelho, onde os rebeldes huthis do Iêmen multiplicaram nas últimas semanas seus ataques a embarcações que consideram vinculadas a Israel nesta via por onde passam 12% do comércio mundial.

Os Estados Unidos anunciaram, nesta quarta, que voltarão a incluí-los em sua lista de grupos "terroristas", sem aparentemente amedrontar os rebeldes, que anunciaram sua determinação de prosseguir com os ataques.

"Não vamos renunciar a apontar contra os navios israelenses ou os navios que se dirijam a portos da Palestina ocupada [...], em apoio ao povo palestino", declarou o porta-voz dos huthis, Mohammed Abdelsalam, em uma entrevista à emissora Al Jazeera.

F.Garcia--TFWP