The Fort Worth Press - Tribunal Eleitoral da Guatemala pede que máxima corte garanta a eleição

USD -
AED 3.672499
AFN 63.000201
ALL 80.450356
AMD 363.439931
ANG 1.790365
AOA 918.000334
ARS 1516.007498
AUD 1.42122
AWG 1.8
AZN 1.697564
BAM 1.712962
BBD 2.013821
BDT 122.932477
BGN 1.683441
BHD 0.37695
BIF 3000
BMD 1
BND 1.277595
BOB 10.867156
BRL 5.1656
BSD 0.99986
BTN 95.678145
BWP 13.595481
BYN 3.027431
BYR 19600
BZD 2.01093
CAD 1.41018
CDF 2309.999886
CHF 0.825095
CLF 0.024397
CLP 963.329736
CNY 6.71135
CNH 6.710397
COP 3288.8
CRC 453.685538
CUC 1
CUP 26.5
CVE 97.249818
CZK 21.448002
DJF 177.720017
DKK 6.56759
DOP 59.450217
DZD 133.939466
EGP 51.423803
ERN 15
ETB 161.000031
EUR 0.87852
FJD 2.24975
FKP 0.750528
GBP 0.755325
GEL 2.614947
GGP 0.750528
GHS 11.58498
GIP 0.750528
GMD 74.000164
GNF 8750.000068
GTQ 7.63211
GYD 209.186734
HKD 7.842705
HNL 26.914995
HRK 6.619295
HTG 130.683635
HUF 320.937502
IDR 17851.95
ILS 3.03393
IMP 0.750528
INR 95.74145
IQD 1310.5
IRR 1374574.999561
ISK 121.23992
JEP 0.750528
JMD 157.538176
JOD 0.708994
JPY 158.313504
KES 129.501538
KGS 87.449803
KHR 4057.50326
KMF 433.000356
KPW 900.000318
KRW 1366.659786
KWD 0.30924
KYD 0.833209
KZT 444.620586
LAK 22425.000038
LBP 89549.999926
LKR 328.955608
LRD 172.824953
LSL 16.359925
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.375009
MAD 9.60075
MDL 17.695844
MGA 4400.000432
MKD 54.047762
MMK 2099.577364
MNT 3597.923561
MOP 8.077068
MRU 40.06067
MUR 47.880026
MVR 15.449968
MWK 1736.999945
MXN 17.54419
MYR 4.09009
MZN 63.909668
NAD 16.360274
NGN 1324.780094
NIO 36.659962
NOK 9.485825
NPR 153.084711
NZD 1.761945
OMR 0.384502
PAB 0.99986
PEN 3.377496
PGK 4.4485
PHP 62.762497
PKR 277.549959
PLN 3.845185
PYG 5925.912951
QAR 3.643027
RON 4.633794
RSD 103.19594
RUB 84.775004
RWF 1473
SAR 3.755068
SBD 8.000512
SCR 13.883948
SDG 601.501154
SEK 9.918103
SGD 1.280175
SHP 0.755002
SLE 24.649917
SLL 20969.491881
SOS 571.505219
SRD 37.822497
STD 20697.981008
STN 21.675
SVC 8.748774
SYP 13002.000254
SZL 16.360116
THB 33.440988
TJS 9.253737
TMT 3.51
TND 2.948502
TOP 2.40776
TRY 48.859805
TTD 6.795649
TWD 31.803904
TZS 2649.998058
UAH 44.878367
UGX 3889.609025
UYU 40.078651
UZS 11837.479702
VES 852.43145
VND 26010.5
VUV 118.348377
WST 2.752527
XAF 576.271652
XAG 0.015564
XAU 0.000233
XCD 2.70255
XCG 1.801955
XDR 0.707052
XOF 576.271652
XPF 105.204736
YER 236.650203
ZAR 16.366175
ZMK 9001.197068
ZMW 19.472654
ZWL 321.999592
SSP 5712.590503
MXV 1.988392
Tribunal Eleitoral da Guatemala pede que máxima corte garanta a eleição
Tribunal Eleitoral da Guatemala pede que máxima corte garanta a eleição / foto: © AFP

Tribunal Eleitoral da Guatemala pede que máxima corte garanta a eleição

O Tribunal Supremo Eleitoral da Guatemala (TSE) pediu, nesta sexta-feira (21), ao mais alto tribunal do país que conceda garantias para a realização da eleição presidencial de 20 de agosto, após uma série de manobras do Ministério Público e de um juiz que causaram incertezas.

Tamanho do texto:

O recurso apresentado pelo TSE à Corte de Constitucionalidade (CC) solicita que o Ministério Público, a Polícia, o Exército, o Supremo Tribunal e outras instituições do Estado garantam o segundo turno da eleição presidencial, que será disputado entre os candidatos social-democratas Sandra Torres e Bernardo Arévalo, e que pode encerrar os 12 anos de governo da direita no país.

O TSE argumenta que existe uma "ameaça certa, futura e iminente de que as autoridades denunciadas violem o Estado Democrático de Direito ao não garantir o exercício das funções do Tribunal Supremo Eleitoral, dos Órgãos Eleitorais Provisórios e da cidadania em geral, para o desenvolvimento de um processo eleitoral até sua conclusão em um ambiente de liberdade".

Após o primeiro turno presidencial, em 25 de junho, vários recursos judiciais de partidos de direita que perderam e uma polêmica desqualificação do partido de Arévalo,o Semilla, anulada um dia depois, obscureceram a campanha do segundo turno.

Também houve duas operações de busca em repartições do TSE e um mandado de prisão para uma aliada de Arévalo, que surpreendeu no primeiro turno.

Embora os dois candidatos do segundo turno sejam social-democratas, as ações do Ministério Público e de um juiz se concentraram em Arévalo, porque aparentemente ele é visto por setores poderosos da Guatemala como um risco aos seus interesses.

- Segunda operação de busca -

Na quinta-feira, o Ministério Público realizou uma segunda busca na sede do TSE após uma polêmica investigação contra o partido Semilla por supostas irregularidades no registro de filiais para sua criação em 2017.

Esta investigação é considerada, no país e no exterior, como um pretexto para retirar Arévalo, filho do presidente reformista Juan José Arévalo (1945-1951), da disputa presidencial.

Além disso, o juiz Fredy Orellana ordenou a prisão da vice-diretora do Registro de Cidadãos (Cadastro Eleitoral) do TSE, Eleonora Castillo, por descumprir sua questionada ordem de cassação do partido na semana passada.

Castillo possui imunidade, segundo o TSE. Ela é chefe interina do Registro de Cidadãos nas férias de seu titular, Ramiro Muñoz, que já havia anunciado que não poderia obedecer à ordem do juiz porque a lei eleitoral estipula que nenhum partido pode ser suspenso no meio de um processo eleitoral.

- "Aplausos" -

A missão de observação eleitoral da União Europeia considerou, na quinta-feira, que os mandados de prisão e busca "constituem uma atuação imprópria de um Estado democrático e de direito tendente a subverter a vontade popular expressa nas eleições de 25 de junho".

A ONG Escritório em Washington para América Latina (WOLA) considera o sistema judicial guatemalteco como o "braço repressivo que busca sufocar e estrangular" os opositores.

O TSE também pediu ao mais alto tribunal que o Ministério Público e outras instituições públicas "se abstenham de proferir decisões e ordens que contrariem a plena validade, eficácia e as disposições do acordo" dos magistrados do TSE de 12 de julho, ao oficializar a participação de Torres e Arévalo no segundo turno.

"Aplausos ao Tribunal Supremo Eleitoral pela interposição de amparo contra as persistentes ameaças à ordem democrática e às intimidações dos órgãos indicados. A Corte de Constitucionalidade tem o dever de zelar pela ordem constitucional e democrática", tuitou o advogado e analista político, Edgar Ortiz.

S.Jordan--TFWP