The Fort Worth Press - G7 quer ampliar influência com ampla lista de convidados, incluindo Brasil

USD -
AED 3.672503
AFN 63.498398
ALL 79.98113
AMD 363.606184
ANG 1.790365
AOA 916.999511
ARS 1514.2392
AUD 1.408421
AWG 1.80125
AZN 1.705413
BAM 1.708652
BBD 2.017569
BDT 123.016306
BGN 1.683441
BHD 0.377675
BIF 3009.693046
BMD 1
BND 1.276826
BOB 11.019233
BRL 5.100993
BSD 1.001708
BTN 95.700376
BWP 13.566652
BYN 3.034653
BYR 19600
BZD 2.014686
CAD 1.40864
CDF 2311.000168
CHF 0.82182
CLF 0.02399
CLP 947.249928
CNY 6.699801
CNH 6.706935
COP 3210.67
CRC 446.954706
CUC 1
CUP 26.5
CVE 96.331177
CZK 21.311602
DJF 178.387186
DKK 6.54283
DOP 59.555583
DZD 133.956179
EGP 51.650301
ERN 15
ETB 162.001494
EUR 0.875298
FJD 2.237198
FKP 0.750528
GBP 0.751245
GEL 2.594951
GGP 0.750528
GHS 11.580111
GIP 0.750528
GMD 73.497933
GNF 8806.300698
GTQ 7.644358
GYD 209.516571
HKD 7.843755
HNL 26.88956
HRK 6.594398
HTG 130.923832
HUF 316.842996
IDR 17804
ILS 3.01192
IMP 0.750528
INR 95.672497
IQD 1312.284595
IRR 1374649.999924
ISK 121.140171
JEP 0.750528
JMD 157.979111
JOD 0.709041
JPY 157.663503
KES 129.529559
KGS 87.450114
KHR 4064.177664
KMF 429.999937
KPW 900.000318
KRW 1354.890332
KWD 0.30891
KYD 0.834757
KZT 447.981689
LAK 22440.145198
LBP 89704.93035
LKR 329.691738
LRD 173.304154
LSL 16.249055
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.385386
MAD 9.56663
MDL 17.615068
MGA 4387.386482
MKD 53.750759
MMK 2099.577364
MNT 3597.923561
MOP 8.092553
MRU 40.109729
MUR 47.879764
MVR 15.460075
MWK 1737.04511
MXN 17.33542
MYR 4.076033
MZN 63.879702
NAD 16.249055
NGN 1324.650236
NIO 36.867648
NOK 9.46499
NPR 153.119089
NZD 1.75317
OMR 0.384495
PAB 1.001717
PEN 3.384019
PGK 4.462558
PHP 62.616499
PKR 277.60441
PLN 3.80656
PYG 5960.800073
QAR 3.641478
RON 4.618197
RSD 102.754839
RUB 84.250412
RWF 1478.537014
SAR 3.755768
SBD 8.026013
SCR 13.953203
SDG 601.485792
SEK 9.85578
SGD 1.276203
SHP 0.74758
SLE 24.649645
SLL 20969.491881
SOS 572.491908
SRD 37.740206
STD 20697.981008
STN 21.40439
SVC 8.765163
SYP 13002.000254
SZL 16.244338
THB 33.201973
TJS 9.241024
TMT 3.5
TND 2.952007
TOP 2.40776
TRY 48.83725
TTD 6.806477
TWD 31.719598
TZS 2644.998006
UAH 44.878718
UGX 3906.922294
UYU 40.222429
UZS 11835.110449
VES 851.341295
VND 25986.5
VUV 118.348377
WST 2.752527
XAF 574.15788
XAG 0.015104
XAU 0.000231
XCD 2.70255
XCG 1.805363
XDR 0.707052
XOF 574.15788
XPF 104.189509
YER 236.550545
ZAR 16.20645
ZMK 9001.210284
ZMW 19.509105
ZWL 321.999592
SSP 5712.590503
MXV 1.964731
G7 quer ampliar influência com ampla lista de convidados, incluindo Brasil
G7 quer ampliar influência com ampla lista de convidados, incluindo Brasil / foto: © AFP

G7 quer ampliar influência com ampla lista de convidados, incluindo Brasil

A reunião de cúpula do G7 esta semana em Hiroshima não incluirá apenas os governantes do grupo: oito líderes de grandes economias em desenvolvimento, que não integram o bloco, foram convidados para o evento, que pretende influenciar as posições destes países sobre a Rússia e a China.

Tamanho do texto:

As potências regionais Brasil e Índia estarão ao lado da Indonésia, Ilhas Cook (presidente do Fórum das Ilhas do Pacífico), Comores (presidente da União Africana), Vietnã, Coreia do Sul e Austrália no encontro de cúpula do Japão.

Os oito países participarão em uma sessão especial e em reuniões bilaterais que pretendem aproximar seus governantes da postura do grupo das sete nações mais industrializadas do planeta em sua oposição à invasão russa da Ucrânia e à crescente influência militar de Pequim.

"É cada vez mais comum que a lista de convidados para este tipo de evento seja muito grande, mas não se convida qualquer um", afirmou Tristen Naylor, professor da Universidade de Cambridge e especialista em reuniões de cúpula e diplomacia.

O G7 pretende ser visto como um "clube dedicado à proteção da democracia e quer maior respaldo a seu apoio à Ucrânia e aos esforços para contra-atacar a China", declarou à AFP.

A Índia é uma aliada militar da Rússia de longa data e sua "posição ambivalente" a respeito da guerra na Ucrânia não está em sintonia com a de outras grandes democracias, destaca Naylor.

"Então será uma grande oportunidade para que o G7, pelo menos, tente atrair a Índia para o seu lado", acrescentou, antes de advertir que será algo difícil.

O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, deve discursar na reunião de cúpula por videoconferência, enquanto uma delegação russa viajará à Índia em novembro para o encontro do G20. Poucos analistas esperam uma mudança de posição repentina do primeiro-ministro indiano Narendra Modi.

- A influência da China -

Outra "meta principal" da reunião será oferecer uma alternativa aos enormes investimentos chineses em infraestrutura ao redor do mundo, disse Naylor.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou a China em abril. Na ocasião, o governo de Pequim afirmou que o desenvolvimento do país "abrirá novas oportunidades" para o Brasil e o mundo.

Lula, no entanto, não é o único chefe de Governo cortejado pela China e os aliados do G7 querem demonstrar que podem oferecer uma alternativa.

"Esta ideia de conter a influência chinesa, mas com a manutenção da ordem mundial baseada nas regras do Sul Global, será uma parte importante da reunião de cúpula", afirmou Chris Johnstone, do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais.

O Japão já antecipou o trabalho. O primeiro-ministro Fumio Kishida e o ministro das Relações Exteriores, Yoshimasa Hayashi, visitaram este ano países da África, do sudeste da Ásia, da América Latina e do Pacífico.

Na Índia, Kishida prometeu em março investimentos públicos e privados de 75 bilhões de dólares (360 bilhões de reais) em infraestruturas na região Ásia-Pacífico até 2030.

- Movimento para dividir -

O G7 também insiste na mensagem de que a invasão russa da Ucrânia é a "principal causa" do aumento dos preços dos alimentos e da energia que afetam os países em desenvolvimento.

"Mas há um movimento para dividir o mundo, dando a impressão equivocada de que as sanções do G7 contra a Rússia são as responsáveis pela inflação", declarou Kishida durante uma visita a Moçambique.

Tóquio e Seul estão a caminho de um reforço das relações e Kishida deve participar em um diálogo trilateral com os presidentes da Coreia do Sul e dos Estados Unidos à margem da reunião de cúpula.

Também pode acontecer um encontro do grupo "Quad": Japão, Austrália, Estados Unidos e Índia.

Mas nem todos os convidados podem apresentar um tom puramente conciliador, opina Yuichi Hosoya, professor de Política Internacional na Universidade de Keio.

"Não se pode dar como certo que expressarão um apoio amplo forte à Ucrânia e outras iniciativas do G7", afirmou Hosoya em um artigo publicado em abril.

"O Japão poderia tentar compreender o que cada país busca, reconhecer a diversidade da comunidade internacional e fazer contribuições específicas", acrescentou.

K.Ibarra--TFWP