The Fort Worth Press - Ferrari aposta no 'efeito Leclerc' em Mônaco para frear Mercedes

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Ferrari aposta no 'efeito Leclerc' em Mônaco para frear Mercedes
Ferrari aposta no 'efeito Leclerc' em Mônaco para frear Mercedes / foto: © AFP

Ferrari aposta no 'efeito Leclerc' em Mônaco para frear Mercedes

O herói monegasco Charles Leclerc é a maior esperança da Ferrari para encerrar a sequência de vitórias da Mercedes neste fim de semana, no histórico Grande Prêmio realizado no pequeno principado.

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Leclerc, que acertou uma renovação de contrato com a Ferrari nesta semana, venceu sua corrida em casa em 2024 e conquistou a pole position três vezes nos últimos cinco anos.

No último GP — realizado em Montreal há duas semanas —, Leclerc foi superado, tanto na classificação quanto na própria corrida, por um Lewis Hamilton em fase de recuperação, que obteve seu melhor resultado pela 'Scuderia'.

Até agora, nenhum dos pilotos encontrou a fórmula para a Ferrari fazer frente à Mercedes, equipe que venceu todas as cinco corridas disputadas até o momento: a primeira, em Melbourne, foi vencida por George Russell, enquanto as quatro vitórias consecutivas seguintes ficaram com o surpreendente Kimi Antonelli, que ainda não fez 20 anos.

- Antonelli, líder isolado -

No Canadá, o líder do campeonato, pilotando pela Mercedes, conquistou sua quarta vitória consecutiva e agora lidera a classificação com uma vantagem de 43 pontos sobre seu companheiro de equipe, Russell.

No entanto, Antonelli já observou que um circuito de rua como o de Mônaco favorece mais um carro como a Ferrari, que é mais ágil, e a potência do motor é um fator menos decisivo.

A Mercedes historicamente enfrenta dificuldades em Mônaco e não vence no circuito de rua mediterrâneo desde 2019, quando Hamilton caminhava para a conquista de seu sexto título.

Aquela foi a terceira vitória do inglês nas ruas de Monte Carlo, e ele espera lutar pelo triunfo no domingo.

Antonelli, o jovem prodígio que Hamilton acolheu sob sua tutela durante seus últimos dias na Mercedes, antes de partir para a Ferrari no ano passado, admitiu: "Acho que a Ferrari é a equipe a ser batida em Mônaco. Será muito interessante ver como nos sairemos lá."

O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, minimizou as expectativas quanto às chances de manter a sequência de vitórias: "Mônaco é diferente de qualquer outro circuito, e um carro que foi competitivo em outros lugares não tem garantia nenhuma aqui".

No ano passado, Russell terminou em 11º e Antonelli em 18º, em um circuito onde qualquer erro custa caro.

Durante a coletiva de imprensa desta quinta-feira, foi revelado que a Mercedes deu sinal verde para uma disputa saudável entre os dois pilotos, desde que haja respeito mútuo.

"Analisamos os momentos tensos da corrida (o recente Grande Prêmio do Canadá) e concluímos que a equipe não nos impedirá de disputar posições na pista, contanto que haja respeito e nenhum dos carros seja colocado em risco", explicou Antonelli.

- Classificação é crucial -

Uma vitória seria a primeira da Ferrari desde que Carlos Sainz Jr. venceu no México em 2024 e confirmaria que o carro híbrido está no caminho certo.

Como sempre, a sessão de classificação de sábado provavelmente será um fator decisivo, mas muitos observadores acreditam que o aspecto "iô-iô" das corridas deste ano, impulsionada pelo uso de um novo modo de ultrapassagem, poderá resultar em mais ultrapassagens na pista.

Esse modo fornece ao piloto que estiver a menos de um segundo de outro carro uma energia elétrica extra proveniente da unidade de potência, a qual divide a carga de trabalho em 50/50 entre o motor tradicional e a bateria.

A corrida do ano passado foi marcada pelo domínio do campeão mundial Lando Norris, que conquistou um triunfo triplo — pole position, vitória e volta mais rápida — para a McLaren, a equipe mais bem-sucedida em Mônaco, com 16 vitórias desde sua estreia na F1 em 1966.

- Corrida 1.000 para a McLaren -

A escuderia espera celebrar seu 60º aniversário e sua milésima corrida superando a Ferrari e a Mercedes, ao mesmo tempo em que fica de olho na Red Bull, equipe que ganha força graças a Max Verstappen (bicampeão em Mônaco) e ao talentoso piloto francês Isack Hadjar.

Outro piloto em ascensão é o argentino Franco Colapinto, que pontuou em Montreal pela segunda corrida consecutiva, e pela terceira vez na temporada, embora seu carro da Alpine provavelmente não lhe permita brigar pelo pódio, a menos que a corrida se torne caótica e repleta de acidentes.

A etapa de Mônaco marca o primeiro de seis Grandes Prêmios em um período de oito semanas, com as equipes seguindo diretamente para Barcelona na sequência.

- Mundial de pilotos:

1. Andrea Kimi Antonelli (ITA) 131 pontos

2. George Russell (GBR) 88

3. Charles Leclerc (MON) 75

4. Lewis Hamilton (GBR) 72

5. Lando Norris (GBR) 58

6. Oscar Piastri (AUS) 48

7. Max Verstappen (HOL) 43

8. Pierre Gasly (FRA) 20

9. Oliver Bearman (GBR) 18

10. Liam Lawson (NZL) 16

11. Franco Colapinto (ARG) 15

12. Isack Hadjar (FRA) 14

13. Carlos Sainz Jr (ESP) 6

14. Arvid Lindblad (GBR) 5

15. Gabriel Bortoleto (BRA) 2

16. Estéban Ocon (FRA) 1

17. Alexander Albon (TAI) 1

18. Nico Hülkenberg (ALE) 0

19. Valtteri Bottas (FIN) 0

20. Sergio Pérez (MEX) 0

21. Lance Stroll (CAN) 0

22. Fernando Alonso (ESP) 0

- Mundial de construtores:

1. Mercedes 219 pontos

2. Ferrari 147

3. McLaren-Mercedes 106

4. Red Bull 57

5. Alpine-Mercedes 35

6. Racing Bulls-Red Bull 21

7. Haas-Ferrari 19

8. Williams-Mercedes 7

9. Audi 2

10. Cadillac-Ferrari 0

11. Aston Martin- Honda 0

A.Williams--TFWP