The Fort Worth Press - México e EUA iniciam com incógnitas negociações comerciais na próxima semana

USD -
AED 3.672502
AFN 62.500541
ALL 82.063658
AMD 367.933765
ANG 1.79046
AOA 918.000126
ARS 1401.002606
AUD 1.39468
AWG 1.8
AZN 1.701765
BAM 1.679757
BBD 2.014017
BDT 122.75624
BGN 1.66992
BHD 0.377553
BIF 2970.867616
BMD 1
BND 1.277548
BOB 6.909494
BRL 5.001501
BSD 0.999966
BTN 95.177525
BWP 13.442809
BYN 2.748853
BYR 19600
BZD 2.011096
CAD 1.381335
CDF 2254.999851
CHF 0.781415
CLF 0.022786
CLP 896.810219
CNY 6.79475
CNH 6.78522
COP 3677.85
CRC 455.021729
CUC 1
CUP 26.5
CVE 94.701719
CZK 20.833976
DJF 178.066544
DKK 6.417085
DOP 58.831613
DZD 133.110984
EGP 52.300302
ERN 15
ETB 161.221035
EUR 0.85881
FJD 2.1988
FKP 0.74448
GBP 0.740765
GEL 2.66029
GGP 0.74448
GHS 11.610011
GIP 0.74448
GMD 72.509923
GNF 8763.763162
GTQ 7.624921
GYD 209.20865
HKD 7.834265
HNL 26.603913
HRK 6.468703
HTG 130.941134
HUF 305.889021
IDR 17732.65
ILS 2.889103
IMP 0.74448
INR 95.25085
IQD 1309.926654
IRR 1323400.000045
ISK 123.330172
JEP 0.74448
JMD 157.600691
JOD 0.709061
JPY 158.917499
KES 129.579716
KGS 87.45033
KHR 4011.714791
KMF 425.00023
KPW 900.000037
KRW 1513.780397
KWD 0.30936
KYD 0.833348
KZT 473.332532
LAK 21918.855317
LBP 89567.308518
LKR 323.986121
LRD 182.987787
LSL 16.326245
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.374454
MAD 9.201178
MDL 17.359191
MGA 4201.521892
MKD 52.94009
MMK 2099.596302
MNT 3579.037371
MOP 8.068777
MRU 39.98832
MUR 47.280442
MVR 15.398703
MWK 1733.943693
MXN 17.26715
MYR 3.952599
MZN 63.898502
NAD 16.326245
NGN 1371.099915
NIO 36.801965
NOK 9.24612
NPR 152.283697
NZD 1.702229
OMR 0.384493
PAB 0.999966
PEN 3.405878
PGK 4.362987
PHP 61.272976
PKR 278.412491
PLN 3.636597
PYG 6200.10564
QAR 3.655992
RON 4.5048
RSD 100.829925
RUB 71.447245
RWF 1462.459419
SAR 3.740134
SBD 8.045182
SCR 14.84149
SDG 600.505413
SEK 9.272599
SGD 1.27734
SHP 0.746601
SLE 24.60203
SLL 20969.502105
SOS 571.482557
SRD 37.153992
STD 20697.981008
STN 21.041964
SVC 8.750021
SYP 110.524992
SZL 16.322552
THB 32.479503
TJS 9.204614
TMT 3.5
TND 2.923115
TOP 2.40776
TRY 45.720502
TTD 6.786677
TWD 31.400802
TZS 2607.835014
UAH 44.283886
UGX 3769.517495
UYU 39.936788
UZS 12003.366714
VES 526.210499
VND 26356
VUV 118.84935
WST 2.724798
XAF 563.372383
XAG 0.01284
XAU 0.000219
XCD 2.70255
XCG 1.802137
XDR 0.700859
XOF 563.374802
XPF 102.427126
YER 238.650253
ZAR 16.32684
ZMK 9001.199774
ZMW 18.824398
ZWL 321.999592
México e EUA iniciam com incógnitas negociações comerciais na próxima semana
México e EUA iniciam com incógnitas negociações comerciais na próxima semana / foto: © AFP

México e EUA iniciam com incógnitas negociações comerciais na próxima semana

México e Estados Unidos iniciam, na próxima semana, uma rodada de negociações para a revisão do Tratado de Livre Comércio (T-MEC), sem o Canadá na mesa e com dúvidas sobre o futuro trilateral do acordo e sua data-limite.

Tamanho do texto:

O objetivo é fechar um acordo em 1º de julho, após seis anos de uma tumultuada relação bilateral, com o 'tarifaço' imposto por Washington e a busca crescente de novos parceiros pelo México.

Nesta sexta-feira (22), União Europeia e México assinam uma atualização de seu acordo comercial para contornar a política protecionista do presidente americano, Donald Trump.

A negociação de um tratado trilateral ser feita bilateralmente entre dois dos sócios não surpreende o ex-ministro mexicano Ildefonso Guajardo, que negociou com Washington durante o primeiro mandato de Trump, em 2018.

"Quando os três aparecíamos em uma fotografia era apenas isso, uma fotografia", disse Guajardo em entrevista à AFP em Washington, em alusão às negociações.

"Não me espanta que 'bilateralizem' a negociação, mas estou quase certo de que o resultado final será trilateral porque senão, o esquema da integração não faria sentido", acrescentou.

- Reduzir as dependências -

O novo T-MEC, um dos maiores tratados de livre comércio do mundo, com um intercâmbio de mercadorias anual de cerca de 2 trilhões de dólares (R$ 10 trilhões, na cotação atual), foi assinado em 2020.

O representante comercial americano, Jamieson Greer, entregou há meses uma lista com cerca de 50 pontos ao México com os temas que Trump considera essenciais.

Os Estados Unidos querem, antes de tudo, um aprofundamento no tema das barreiras para países terceiros, isto é, que a indústria, em especial em setores vitais como o automobilístico, esteja baseada na América do Norte.

"Estamos buscando relocalizar as capacidades e os produtos de manufatura. Primeiro nos Estados Unidos, segundo, na América do Norte, terceiro, no hemisfério ocidental", explicou esta semana o vice-representante comercial, Jeff Goettman, em um evento do Conselho das Américas, um centro de análises em Washington.

Há vozes dentro do governo Trump que pedem, inclusive, o desmantelamento do acordo trilateral, como o próprio presidente sugeriu.

O secretário de Comércio, Howard Lutnick, se expressou neste sentido, reunindo as exigências de alguns sindicatos.

O 1º de julho "é um dia importante, mas no que estamos trabalhando duro é em apresentar as melhores opções para o presidente", disse Goettman.

Na mesa de negociações também estão os recursos energéticos e a segurança sanitária, em especial a produção de medicamentos.

"Vamos nos concentrar significativamente na resiliência econômica, na redução de dependências", afirmou.

"O déficit comercial com o México subiu de aproximadamente 60 bilhões (de dólares, R$ 232 bilhões) em 2018 para cerca de 200 bilhões (de dólares, R$ 1 trilhão) agora. Isso faz dele nosso terceiro déficit comercial mais amplo", advertiu.

Guajardo fez um alerta sobre estes números.

"O que esperavam? Queriam desbancar a China [como parceiro comercial] e fortalecer suas relações comerciais com parceiros confiáveis. E foi isso que aconteceu", explicou.

O México se apresenta como um parceiro confiável, mas ao mesmo tempo endureceu muito seu setor energético durante o mandato de Andrés Manuel López Obrador, com uma renacionalização na prática de toda a cadeia de exploração e distribuição.

Os Estados Unidos querem reverter esta situação, o que antecipa negociações difíceis, prognostica Guajardo.

"Isto vai ser empurrado com a barriga inclusive para além de 2027", opina o ex-ministro.

T.Gilbert--TFWP