The Fort Worth Press - Presidente sírio defende trabalhar com Alemanha em temas migratórios e de reconstrução

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Presidente sírio defende trabalhar com Alemanha em temas migratórios e de reconstrução
Presidente sírio defende trabalhar com Alemanha em temas migratórios e de reconstrução / foto: © AFP

Presidente sírio defende trabalhar com Alemanha em temas migratórios e de reconstrução

O presidente sírio, Ahmed al-Sharaa, defendeu, nesta segunda-feira (30), em Berlim, trabalhar com a Alemanha em temas migratórios e de reconstrução de seu país, devastado pela guerra civil.

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Em sua primeira viagem à Alemanha, o dirigente sírio foi recebido esta manhã pelo presidente alemão, Frank-Walter Steinmeier, em sua residência, o castelo de Bellevue, e em seguida se reuniu com o chefe de Governo, o chanceler Friedrich Merz.

Ahmed al-Sharaa, ex-líder rebelde islamista, depôs o presidente sírio Bashar al Assad em dezembro de 2024. Desde então, estabeleceu relações com os governos ocidentais e fez várias viagens ao exterior, especialmente a Estados Unidos, França e Rússia.

Ele negociou a suspensão de muitas sanções internacionais contra a Síria para ajudar em sua reconstrução, após 14 anos de uma guerra civil, que provocou a fuga em massa da população.

Após se reunir com Merz, Ahmed al-Sharaa disse que Berlim e Damasco querem estabelecer um "modelo circular de migração que permita que os sírios contribuam com a reconstrução de sua pátria sem que, aqueles que queiram ficar, tenham que abandonar a estabilidade das vidas que construíram aqui".

"Trabalhamos juntos para que as sírias e os sírios possam retornar da Alemanha para sua pátria", afirmou, por sua vez, o chanceler alemão.

Cerca de um milhão de sírios chegaram à Alemanha como refugiados, a maioria em meio à crise migratória de 2015.

Dezenas de sírios foram receber Al Sharaa perto da Chancelaria nesta segunda-feira, agitando a nova bandeira revolucionária da Síria e exibindo um cartaz em que o presidente aparecia cercado de corações.

- Investimentos com condições -

Antes de se reunir com Merz, Al-Sharaa participou de um fórum econômico no qual destacou que a Síria deseja "recuperar [seu] atraso com o resto do mundo, em especial mediante investimentos".

Para ele, a Síria constitui um "refúgio para as cadeias de abastecimento", ao facilitar o transporte de energia e mercadorias para a Europa sem passar pelo Estreito de Ormuz, paralisado pela guerra no Oriente Médio.

Para a reconstrução da Síria, Al-Sharaa pediu a seus concidadãos que estudaram e trabalharam na Alemanha a "aportar estas competências" ao seu país.

Merz, por sua vez, assegurou que a Alemanha deseja "apoiar esta reconstrução".

"Elaboramos um programa ambicioso de trabalho conjunto para a reconstrução e o retorno [dos refugiados], que entra agora em fase de implantação", destacou Merz. Segundo ele, a Alemanha enviará uma delegação para a Síria "dentro de alguns dias".

O chanceler afirmou que a Alemanha financiará com até 200 milhões de euros (aproximadamente R$ 911 milhões) projetos vinculados ao abastecimento de água e à reconstrução de hospitais.

No entanto, Merz afirmou que muitos destes projetos vão depender de que a Síria seja "governada por um Estado de Direito".

Ativistas de direitos humanos criticaram a visita de Al-Sharaa, fazendo alusão ao seu passado islamista e à violência e instabilidade que abalam a Síria.

Nesta segunda, um grupo de manifestantes protestou em frente ao Ministério das Relações Exteriores alemão com bandeiras curdas e cartazes que lembravam sua trajetória como islamista.

Desde que Al-Sharaa chegou ao poder, as tensões entre as diferentes comunidades têm resultado em derramamento de sangue e o grupo extremista Estado Islâmico segue presente no país.

Após a deposição de Bashar al Assad, Israel mobilizou suas forças na zona desmilitarizada das Colinas de Golã anexadas por Israel, patrulhadas pela ONU, e realizou centenas de ataques na Síria, além de incursões frequentes.

Al-Sharaa tinha previsto visitar a Alemanha em janeiro, mas precisou adiar a viagem devido aos combates entre as tropas governamentais e as Forças Democráticas Sírias (FDS), lideradas pelos curdos no norte do país.

T.Gilbert--TFWP