The Fort Worth Press - Trump convida presidente da Venezuela aos EUA em data a ser definida

USD -
AED 3.672501
AFN 64.000152
ALL 82.64958
AMD 368.190044
ANG 1.790403
AOA 918.000282
ARS 1451.021502
AUD 1.425151
AWG 1.8025
AZN 1.694136
BAM 1.707161
BBD 2.0149
BDT 122.802041
BGN 1.69088
BHD 0.377099
BIF 2981.5
BMD 1
BND 1.291418
BOB 6.913076
BRL 5.159394
BSD 1.00038
BTN 94.317225
BWP 13.58542
BYN 2.769718
BYR 19600
BZD 2.012037
CAD 1.414105
CDF 2299.999963
CHF 0.805985
CLF 0.022887
CLP 900.770275
CNY 6.769297
CNH 6.788885
COP 3444.06
CRC 453.281776
CUC 1
CUP 26.5
CVE 96.44992
CZK 21.12795
DJF 177.7201
DKK 6.52257
DOP 58.450282
DZD 133.391791
EGP 49.928444
ERN 15
ETB 158.40191
EUR 0.87263
FJD 2.24625
FKP 0.755912
GBP 0.75595
GEL 2.655027
GGP 0.755912
GHS 11.193995
GIP 0.755912
GMD 72.49971
GNF 8774.999689
GTQ 7.624493
GYD 209.303848
HKD 7.838615
HNL 26.679749
HRK 6.572897
HTG 130.782794
HUF 307.949837
IDR 17797
ILS 2.957605
IMP 0.755912
INR 94.453105
IQD 1310
IRR 1375249.999944
ISK 125.840108
JEP 0.755912
JMD 158.02314
JOD 0.708987
JPY 161.307998
KES 129.394952
KGS 87.450264
KHR 4010.000168
KMF 430.999915
KPW 900.00035
KRW 1530.310066
KWD 0.30802
KYD 0.833672
KZT 488.416955
LAK 22065.000501
LBP 89549.999764
LKR 333.681027
LRD 182.000295
LSL 16.480024
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.374945
MAD 9.31875
MDL 17.512482
MGA 4199.999994
MKD 53.776432
MMK 2099.523204
MNT 3579.573337
MOP 8.076114
MRU 40.049996
MUR 47.869807
MVR 15.397632
MWK 1737.000105
MXN 17.3491
MYR 4.13201
MZN 63.909541
NAD 16.480079
NGN 1361.088769
NIO 36.630188
NOK 9.70165
NPR 150.908218
NZD 1.74215
OMR 0.384498
PAB 1.000388
PEN 3.383007
PGK 4.387997
PHP 60.762987
PKR 278.350383
PLN 3.71785
PYG 6092.611181
QAR 3.642499
RON 4.571397
RSD 102.42699
RUB 73.728229
RWF 1463.5
SAR 3.752194
SBD 8.058296
SCR 13.64719
SDG 600.495264
SEK 9.579375
SGD 1.29166
SHP 0.746601
SLE 24.749765
SLL 20969.503664
SOS 571.495264
SRD 37.369041
STD 20697.981008
STN 21.45
SVC 8.754097
SYP 110.532098
SZL 16.489788
THB 32.845504
TJS 9.283859
TMT 3.5
TND 2.942499
TOP 2.40776
TRY 46.412499
TTD 6.793553
TWD 31.630703
TZS 2625.494795
UAH 44.960241
UGX 3651.186439
UYU 40.204426
UZS 11549.999886
VES 606.63266
VND 26320
VUV 118.645306
WST 2.751804
XAF 572.560675
XAG 0.01536
XAU 0.00024
XCD 2.70255
XCG 1.802986
XDR 0.703697
XOF 569.500612
XPF 104.625035
YER 237.124983
ZAR 16.483802
ZMK 9001.198534
ZMW 17.894567
ZWL 321.999592
Trump convida presidente da Venezuela aos EUA em data a ser definida
Trump convida presidente da Venezuela aos EUA em data a ser definida / foto: © AFP

Trump convida presidente da Venezuela aos EUA em data a ser definida

O presidente Donald Trump tem planos de convidar a Washington Delcy Rodríguez, que assumiu a presidência de Venezuela de forma interina após a queda de Nicolás Maduro em uma incursão americana, informou a Casa Branca nesta quarta-feira (21).

Tamanho do texto:

Delcy era a vice-presidente de Maduro e está sancionada pelos Estados Unidos. Washington informou nesta quarta-feira que está prevista a visita de Delcy Rodríguez, embora ainda não haja uma data: "Nada foi agendado", indicou.

A presidente interina será a primeira governante da Venezuela a viajar aos Estados Unidos há mais de 25 anos, excluindo as visitas para reuniões das Nações Unidas em Nova York.

O convite revela a proximidade de Trump com o governo interino, após o bombardeio a Caracas de 3 de janeiro que levou à captura do mandatário socialista.

Trump disse no Fórum de Davos que "os líderes do país foram muito astutos", em referencia a Delcy. "A Venezuela fará mais dinheiro [com o petróleo] nos seis próximos meses do que o que fez nos 20 anos passados."

Antes de sua participação em Davos, Trump já havia classificado Delcy de "formidável" e havia garantido que, com ela, "tudo está indo muito bem".

A nova presidente firmou acordos petrolíferos e aceitou libertar presos políticos, em meio a discussões para retomar as relações diplomáticas rompidas desde 2019.

Em paralelo, Trump mantém uma frente aberta com a oposição. Disse na terça-feira que queria "envolver" a chefe da oposição venezuelana e ganhadora do Prêmio Nobel da Paz, María Corina Machado, na gestão do país.

- 'A grande cooperação' -

O último presidente venezuelano que viajou aos Estados Unidos para uma reunião oficial com um presidente americano remonta a 1990, quando Carlos Andrés Pérez se reuniu com George H.W. Bush.

A reviravolta socialista con Hugo Chávez (1999-2013) esfriou depois as relações, que rapidamente se tornaram conflituosas.

Empossada em 5 de janeiro, dois dias depois da captura de Maduro por forças americanas, Delcy Rodríguez fez numerosas concessões sob pressão dos Estados Unidos. Trump não hesitou em ameaçá-la com um novo ataque se não respondesse positivamente a suas demandas.

A mandatária afastou Alex Saab, apontado como laranja de Maduro, do órgão encarregado de captar investimentos internacionais em meio aos planos de Trump para que grandes petroleiras americanas voltem a operar no país. Hoje, apenas há a Chevron.

Não obstante, a Agência Internacional da Energia (AIE) pôs em dúvida nesta quarta-feira a possibilidade de que a produção petrolífera no país possa voltar a seus níveis históricos, recordando que o petróleo venezuelano é extrapesado e, portanto, complexo e caro de extrair.

Delcy anunciou nesta terça-feira o repasse dos primeiros 300 milhões de dólares provenientes da venda de petróleo venezuelano por parte dos Estados Unidos.

As divisas são vitais para a economia venezuelana desde 2018, quando o dólar se converteu na moeda 'de facto' em um contexto de grave crise econômica. Mas a Venezuela custa a obter divisas devido ao embargo petroleiro imposto em 2019 por Washington sobre o seu principal produto de exportação.

- Evitar erros -

O partido de Maduro protesta em paralelo contra o "sequestro" do governante deposto e sua esposa, Cilia Flores.

O cientista político Benigno Alarcón explicou que Trump busca não repetir "erros" passados como no Iraque, onde os Estados Unidos eliminaram os membros do partido de Saddam Hussein do governo e se depararam com um país ingovernável.

O chavismo controla hoje todos os poderes públicos. "Sempre vão estar lá, embora sejam uma minoria", disse Alarcón à AFP. "O problema basicamente é que você tenha instituições que respondam ao Estado e não a uma facção".

As libertações de presos políticos avançam a conta-gotas com apenas umas 150 libertações de um universo que supera os 800.

"Esperamos com fé e esperança enquanto trabalhamos para que Javier [Tarazona] saia logo", afirmou Rafael Tarazona, irmão deste ativista de direitos humanos, um dos presos políticos mais conhecidos, detido em julho de 2021.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) denunciou, por sua vez, que a Venezuela mantém "centros de detenção clandestinos".

H.Carroll--TFWP