The Fort Worth Press - EUA mantém pressão sobre Venezuela e apreende petroleiros no Atlântico Norte e Caribe

USD -
AED 3.67315
AFN 62.999676
ALL 83.250102
AMD 377.360416
ANG 1.790083
AOA 917.000211
ARS 1368.119097
AUD 1.450647
AWG 1.8025
AZN 1.701658
BAM 1.695925
BBD 2.012738
BDT 122.6148
BGN 1.709309
BHD 0.377021
BIF 2970
BMD 1
BND 1.284247
BOB 6.920712
BRL 5.239503
BSD 0.999302
BTN 94.168452
BWP 13.739161
BYN 3.001028
BYR 19600
BZD 2.009859
CAD 1.38635
CDF 2285.499459
CHF 0.794503
CLF 0.02346
CLP 926.340188
CNY 6.91145
CNH 6.919885
COP 3690.23
CRC 463.31745
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.875006
CZK 21.253202
DJF 177.720036
DKK 6.479603
DOP 59.502553
DZD 133.033338
EGP 52.693302
ERN 15
ETB 157.149735
EUR 0.867165
FJD 2.257398
FKP 0.747836
GBP 0.75005
GEL 2.69501
GGP 0.747836
GHS 10.959729
GIP 0.747836
GMD 73.506691
GNF 8777.501607
GTQ 7.644781
GYD 209.069506
HKD 7.82675
HNL 26.520299
HRK 6.534598
HTG 130.870053
HUF 336.598088
IDR 16920.45
ILS 3.124103
IMP 0.747836
INR 94.37435
IQD 1310
IRR 1313300.000273
ISK 124.359811
JEP 0.747836
JMD 157.053853
JOD 0.708982
JPY 159.709065
KES 129.891784
KGS 87.449964
KHR 4015.000285
KMF 427.000096
KPW 900.057798
KRW 1513.692106
KWD 0.30721
KYD 0.832809
KZT 481.430095
LAK 21737.520072
LBP 89574.002708
LKR 314.289307
LRD 183.701488
LSL 17.049774
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.379787
MAD 9.34039
MDL 17.552896
MGA 4175.000212
MKD 53.444613
MMK 2099.983779
MNT 3583.827699
MOP 8.05281
MRU 40.110111
MUR 46.620189
MVR 15.460253
MWK 1736.000329
MXN 17.947006
MYR 3.994042
MZN 63.910237
NAD 17.049902
NGN 1385.45992
NIO 36.719729
NOK 9.693796
NPR 150.669869
NZD 1.736335
OMR 0.384542
PAB 0.999298
PEN 3.459502
PGK 4.309495
PHP 60.069581
PKR 279.250135
PLN 3.70965
PYG 6540.378863
QAR 3.656497
RON 4.420698
RSD 101.821
RUB 81.371743
RWF 1460
SAR 3.751734
SBD 8.041975
SCR 13.873228
SDG 601.000258
SEK 9.42361
SGD 1.285397
SHP 0.750259
SLE 24.550215
SLL 20969.510825
SOS 571.502199
SRD 37.562015
STD 20697.981008
STN 21.35
SVC 8.74425
SYP 111.44287
SZL 17.050355
THB 32.889745
TJS 9.563521
TMT 3.51
TND 2.923497
TOP 2.40776
TRY 44.372597
TTD 6.782836
TWD 31.945003
TZS 2575.000218
UAH 43.849933
UGX 3717.449554
UYU 40.512476
UZS 12190.000172
VES 466.018145
VND 26351
VUV 119.023334
WST 2.74953
XAF 568.80967
XAG 0.014678
XAU 0.000228
XCD 2.70255
XCG 1.80106
XDR 0.705441
XOF 566.496279
XPF 103.703721
YER 238.649917
ZAR 17.119098
ZMK 9001.176996
ZMW 18.762411
ZWL 321.999592
EUA mantém pressão sobre Venezuela e apreende petroleiros no Atlântico Norte e Caribe

EUA mantém pressão sobre Venezuela e apreende petroleiros no Atlântico Norte e Caribe

Os Estados Unidos anunciaram nesta quarta-feira (7) a apreensão de dois navios petroleiros sancionados, um que levava bandeira russa e foi abordado por forças militares no Atlântico Norte, e outro no Caribe, ambos em relação ao bloqueio imposto à Venezuela.

Tamanho do texto:

A captura do petroleiro no Caribe foi anunciada pelo Comando Sul (Southcom), enquanto o petroleiro no Atlântico Norte foi abordado nas proximidades da Islândia, após dias de perseguição, fato confirmado pelo Comando Europeu dos Estados Unidos.

"O bloqueio ao petróleo venezuelano sancionado e ilícito continua em PLENO VIGOR — em qualquer parte do mundo", declarou o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, na rede X.

Essas ações se inserem no âmbito da grande pressão à qual Washington submete Caracas para controlar a produção e a venda de petróleo.

A Rússia protestou contra a perseguição do navio no Atlântico Norte, mas a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse em entrevista coletiva que essa embarcação era "apátrida" e que sua bandeira era "falsa".

O Departamento do Tesouro mantém há anos uma lista de navios-tanque que atualiza regularmente e que são passíveis de apreensão, segundo a legislação dos Estados Unidos.

Uma multinacional americana, a Chevron, por sua vez, opera na Venezuela sem problemas, graças a uma autorização especial que a isenta das sanções dos Estados Unidos contra a indústria petrolífera venezuelana.

- As maiores reservas -

As operações se intensificaram repentinamente com o aumento da pressão sobre a Venezuela desde setembro. Os Estados Unidos começaram bombardeando embarcações suspeitas de tráfico de drogas que partiam da costa venezuelana. Os cerca de trinta ataques deixaram mais de cem mortos.

Em dezembro, o presidente Donald Trump anunciou o início do bloqueio do petróleo, que Caracas denunciou como interferência. As apreensões, protestou o presidente Nicolás Maduro na época, foram um ato de "pirataria".

Maduro e sua esposa foram capturados em 3 de janeiro em uma operação militar surpresa de madrugada em Caracas, que abalou o cenário diplomático no mundo.

Desde então, Trump afirmou que os Estados Unidos "governarão" a Venezuela e que empresas americanas controlarão seu petróleo. O país tem as maiores reservas comprovadas do mundo em volume.

A exploração de petróleo deve ser reaberta para multinacionais americanas e estrangeiras, disse Trump após a operação militar, mas sem fornecer mais detalhes.

 

Na terça-feira, ele afirmou que as "autoridades interinas da Venezuela" entregariam "entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo" aos Estados Unidos.

Nesta quarta-feira, o secretário de Energia, Chris Wright, afirmou que os Estados Unidos controlarão as vendas de petróleo venezuelano "indefinidamente".

- Petróleo venezuelano -

A operação no Atlântico Norte ilustra a complexidade do bloqueio contra a Venezuela e a falta de transparência do mercado paralelo de petróleo em todo o mundo.

O petroleiro estava sob sanções desde 2024 por supostos vínculos com o Hezbollah e o Irã e seguia para a Venezuela. Ele mudou de rumo, bandeira e nome enquanto fugia das forças militares e da Marinha americana no Caribe.

Foi renomeado Marinera e passou a hastear a bandeira russa. A perseguição chegou à costa da Islândia. A Rússia enviou um submarino para escoltar o petroleiro vazio, aparentemente sem sucesso.

A China, que até então recebia a maior parte do petróleo venezuelano, também expressou sua irritação com o bloqueio e as operações militares.

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, que assumiu o cargo após a deposição de Maduro, prometeu cooperar com os Estados Unidos em meio a temores de que Trump pudesse buscar uma mudança de regime mais ampla.

A petrolífera estatal venezuelana Pdvsa anunciou nesta quarta-feira que "uma negociação com os Estados Unidos para a venda de volumes de petróleo está em andamento".

H.M.Hernandez--TFWP