The Fort Worth Press - Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro

USD -
AED 3.672504
AFN 65.000368
ALL 81.910403
AMD 376.168126
ANG 1.79008
AOA 917.000367
ARS 1431.790402
AUD 1.425923
AWG 1.8025
AZN 1.70397
BAM 1.654023
BBD 2.008288
BDT 121.941731
BGN 1.67937
BHD 0.375999
BIF 2954.881813
BMD 1
BND 1.269737
BOB 6.889932
BRL 5.217404
BSD 0.997082
BTN 90.316715
BWP 13.200558
BYN 2.864561
BYR 19600
BZD 2.005328
CAD 1.36855
CDF 2200.000362
CHF 0.77566
CLF 0.021803
CLP 860.890396
CNY 6.93895
CNH 6.929815
COP 3684.65
CRC 494.312656
CUC 1
CUP 26.5
CVE 93.82504
CZK 20.504104
DJF 177.555076
DKK 6.322204
DOP 62.928665
DZD 129.553047
EGP 46.73094
ERN 15
ETB 155.0074
EUR 0.846204
FJD 2.209504
FKP 0.735067
GBP 0.734457
GEL 2.69504
GGP 0.735067
GHS 10.957757
GIP 0.735067
GMD 73.000355
GNF 8752.167111
GTQ 7.647681
GYD 208.609244
HKD 7.81385
HNL 26.45504
HRK 6.376104
HTG 130.618631
HUF 319.703831
IDR 16855.5
ILS 3.110675
IMP 0.735067
INR 90.57645
IQD 1310.5
IRR 42125.000158
ISK 122.710386
JEP 0.735067
JMD 156.057339
JOD 0.70904
JPY 157.200504
KES 128.622775
KGS 87.450384
KHR 4033.00035
KMF 419.00035
KPW 900.021111
KRW 1463.803789
KWD 0.30721
KYD 0.830902
KZT 493.331642
LAK 21426.698803
LBP 89293.839063
LKR 308.47816
LRD 187.449786
LSL 16.086092
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.314009
MAD 9.185039
MDL 17.000296
MGA 4426.402808
MKD 52.129054
MMK 2100.115486
MNT 3570.277081
MOP 8.023933
MRU 39.850379
MUR 46.060378
MVR 15.450378
MWK 1737.000345
MXN 17.263604
MYR 3.947504
MZN 63.750377
NAD 16.086092
NGN 1366.980377
NIO 36.694998
NOK 9.690604
NPR 144.506744
NZD 1.661958
OMR 0.383441
PAB 0.997082
PEN 3.367504
PGK 4.275868
PHP 58.511038
PKR 278.812127
PLN 3.56949
PYG 6588.016407
QAR 3.64135
RON 4.310404
RSD 99.553038
RUB 76.792845
RWF 1455.283522
SAR 3.749738
SBD 8.058149
SCR 13.675619
SDG 601.503676
SEK 9.023204
SGD 1.272904
SHP 0.750259
SLE 24.450371
SLL 20969.499267
SOS 568.818978
SRD 37.818038
STD 20697.981008
STN 20.719692
SVC 8.724259
SYP 11059.574895
SZL 16.08271
THB 31.535038
TJS 9.342721
TMT 3.505
TND 2.847504
TOP 2.40776
TRY 43.612504
TTD 6.752083
TWD 31.590367
TZS 2577.445135
UAH 42.828111
UGX 3547.71872
UYU 38.538627
UZS 12244.069517
VES 377.985125
VND 25950
VUV 119.620171
WST 2.730723
XAF 554.743964
XAG 0.012866
XAU 0.000202
XCD 2.70255
XCG 1.797032
XDR 0.689923
XOF 554.743964
XPF 101.703591
YER 238.403589
ZAR 16.04457
ZMK 9001.203584
ZMW 18.570764
ZWL 321.999592
Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro
Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro / foto: © AFP

Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro

A inflação acumulada em 12 meses nos Estados Unidos subiu para 2,3% em outubro, no momento em que os aumentos de tarifas prometidos por Donald Trump despertam temores de uma escalada nos preços.

Tamanho do texto:

A variação, contra 2,1% em setembro, está alinhada com as expectativas do mercado, segundo o índice PCE, o mais importante para determinar a política monetária, divulgado nesta quarta-feira (27) pelo Departamento de Comércio.

Na comparação mensal, a inflação permaneceu em 0,2%, também conforme as previsões do mercado.

A renda das famílias americanas aumentou mais do que em setembro, com um crescimento de 0,6%, comparado a 0,3% no mês anterior. Por outro lado, os gastos cresceram menos em outubro (0,4%) do que em setembro (0,6%).

O aumento da inflação é explicado pelo setor de serviços, no qual os preços subiram 3,9% em relação ao ano passado. Já os preços dos bens caíram 1% em 12 meses.

Apesar desse pequeno aumento no PCE, os valores continuam próximos da meta de 2% ao ano que o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, persegue.

Excluindo os preços voláteis de energia e alimentos, a inflação subjacente foi de 2,8% no ano até outubro, contra 2,7% em setembro. A inflação subjacente registrou 0,3% na comparação mês a mês com setembro.

Os dados anteriores de inflação, divulgados pelo índice de preços ao consumidor (IPC), também mostraram um aumento em outubro, para 2,6% ao ano, contra 2,4% em setembro.

- Inflação, taxas de juros e tarifas-

O Fed tem uma missão dupla: controlar a inflação e manter o pleno emprego. Sua principal ferramenta é a taxa de juros, com a qual atua sobre a demanda por bens e serviços.

A instituição tenta conter os aumentos de preços que desde 2021 têm afetado o bolso dos americanos. Para isso, aumentou as taxas de juros para encarecer o crédito e, assim, desestimular o consumo e o investimento, que pressionam os preços.

O Fed, no entanto, iniciou há poucas semanas um ciclo de flexibilização, com dois cortes nas taxas, que hoje estão em uma faixa de 4,50%-4,75% ao ano.

A economia como um todo continua apresentando uma tendência muito positiva, o que levou os responsáveis pela instituição a considerar "avançar gradualmente para uma taxa neutra", de acordo com as atas do Comitê de Política Monetária (FOMC) do banco central americano publicadas na terça-feira.

De acordo com a teoria econômica, uma taxa de juros neutra ou natural é o nível em que a taxa de juros não tem um efeito nem restritivo nem expansivo sobre a economia.

"A inflação diminuiu consideravelmente", disse o presidente da Fed, Jerome Powell, após a última reunião de política monetária, mas "o trabalho não terminou".

A próxima reunião da Fed ocorrerá nos dias 17 e 18 de dezembro.

Dois terços dos agentes de mercado esperam um novo corte nas taxas, mas um terço acredita que o Fed manterá as taxas de juros no nível atual, de acordo com uma pesquisa do CME Group.

- Visões diferentes -

A inflação voltou a "um nível semelhante ao anterior à pandemia, enquanto a nossa economia continua crescendo quase 3% ao ano", destacou a principal assessora econômica da Casa Branca, Lael Brainard, após a divulgação dos dados da inflação.

"Vamos aproveitar estes avanços e reduzir os custos de bens essenciais como habitação e medicamentos, em vez de desperdiçarmos com políticas radicais que aumentariam os preços para as famílias trabalhadoras", defendeu.

Os aumentos de tarifas e expulsões em massa de migrantes anunciados por Donald Trump, quando assumir em janeiro, podem impulsionar a inflação para cima.

O presidente eleito confirmou na segunda-feira que quer impor, já a partir do próximo dia 20 de janeiro, quando será sua posse, tarifas aduaneiras de 25% sobre todos os produtos de México e Canadá que chegarem aos Estados Unidos.

"Desde a gasolina até os produtos do supermercado, as perigosas medidas tarifárias de Trump fariam os preços dos bens de consumo cotidiano subirem como flechas e apagariam os avanços que fizemos na questão da inflação", disse em um comunicado Brendan Boyle, membro democrata da Câmara dos Representantes e integrante do Comitê de Orçamento da casa.

Essa possibilidade é ainda mais provável porque a economia permanece particularmente sólida.

O crescimento, igualmente, foi ligeiramente moderado no terceiro trimestre, para 2,8% na projeção anual, de acordo com a segunda estimativa do PIB publicada na quarta-feira pelo Departamento de Comércio.

Este dado ainda está abaixo dos 3% do segundo trimestre.

Na comparação com o trimestre anterior, a expansão foi de 0,7%.

"Com um crescimento saudável do PIB e um mercado de trabalho sólido, os responsáveis pelo Fed estão atentos para que uma redução muito rápida" das taxas de juros "não estimule a inflação", resumiu Oren Klachkin, economista da seguradora Nationwide.

T.Harrison--TFWP