The Fort Worth Press - Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro

USD -
AED 3.6725
AFN 63.49708
ALL 83.283733
AMD 367.929771
ANG 1.790403
AOA 916.999629
ARS 1478.723301
AUD 1.450884
AWG 1.80125
AZN 1.698562
BAM 1.724577
BBD 2.013888
BDT 122.992813
BGN 1.69088
BHD 0.377147
BIF 2984.81535
BMD 1
BND 1.298984
BOB 6.909809
BRL 5.227099
BSD 0.999934
BTN 94.624111
BWP 13.680173
BYN 2.818068
BYR 19600
BZD 2.01104
CAD 1.423985
CDF 2269.000203
CHF 0.812967
CLF 0.023353
CLP 919.202842
CNY 6.790503
CNH 6.81587
COP 3434.24
CRC 455.186766
CUC 1
CUP 26.5
CVE 97.22259
CZK 21.373499
DJF 178.061717
DKK 6.587765
DOP 58.613453
DZD 133.56796
EGP 49.621198
ERN 15
ETB 161.211774
EUR 0.88133
FJD 2.24875
FKP 0.758197
GBP 0.760385
GEL 2.644978
GGP 0.758197
GHS 11.199781
GIP 0.758197
GMD 72.498602
GNF 8761.518452
GTQ 7.627362
GYD 209.162776
HKD 7.83973
HNL 26.755726
HRK 6.642598
HTG 130.744947
HUF 314.104979
IDR 17988
ILS 2.987903
IMP 0.758197
INR 94.24825
IQD 1309.878094
IRR 1375049.999873
ISK 126.749842
JEP 0.758197
JMD 157.488647
JOD 0.709028
JPY 161.779034
KES 129.510271
KGS 87.449959
KHR 4017.494974
KMF 430.999564
KPW 900.00035
KRW 1543.098674
KWD 0.30953
KYD 0.833297
KZT 486.623047
LAK 21948.961236
LBP 89556.012134
LKR 337.341005
LRD 182.134827
LSL 16.623945
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.430933
MAD 9.401479
MDL 17.709096
MGA 4177.101337
MKD 54.361389
MMK 2099.539901
MNT 3580.066416
MOP 8.076099
MRU 39.982188
MUR 48.210307
MVR 15.459765
MWK 1733.881812
MXN 17.63375
MYR 4.138003
MZN 63.896866
NAD 16.623945
NGN 1372.159988
NIO 36.797319
NOK 9.868099
NPR 151.394749
NZD 1.772345
OMR 0.384508
PAB 0.999965
PEN 3.391297
PGK 4.386951
PHP 61.366502
PKR 278.100478
PLN 3.780855
PYG 6099.351442
QAR 3.635217
RON 4.616001
RSD 103.457992
RUB 74.898028
RWF 1468.89467
SAR 3.754889
SBD 8.065041
SCR 13.653597
SDG 600.503146
SEK 9.76813
SGD 1.298095
SHP 0.746601
SLE 24.749864
SLL 20969.503664
SOS 571.478959
SRD 37.460049
STD 20697.981008
STN 21.603509
SVC 8.749173
SYP 110.532098
SZL 16.621989
THB 33.421502
TJS 9.284423
TMT 3.51
TND 2.972467
TOP 2.40776
TRY 46.497296
TTD 6.780184
TWD 31.736503
TZS 2620.50298
UAH 44.88455
UGX 3689.350352
UYU 39.918699
UZS 12024.108178
VES 616.865275
VND 26335
VUV 118.798432
WST 2.761642
XAF 578.424923
XAG 0.017015
XAU 0.00025
XCD 2.70255
XCG 1.802141
XDR 0.716966
XOF 578.417273
XPF 105.162912
YER 238.649893
ZAR 16.61285
ZMK 9001.213701
ZMW 18.024056
ZWL 321.999592
Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro
Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro / foto: © AFP

Inflação a 12 meses nos EUA sobe para 2,3% em outubro

A inflação acumulada em 12 meses nos Estados Unidos subiu para 2,3% em outubro, no momento em que os aumentos de tarifas prometidos por Donald Trump despertam temores de uma escalada nos preços.

Tamanho do texto:

A variação, contra 2,1% em setembro, está alinhada com as expectativas do mercado, segundo o índice PCE, o mais importante para determinar a política monetária, divulgado nesta quarta-feira (27) pelo Departamento de Comércio.

Na comparação mensal, a inflação permaneceu em 0,2%, também conforme as previsões do mercado.

A renda das famílias americanas aumentou mais do que em setembro, com um crescimento de 0,6%, comparado a 0,3% no mês anterior. Por outro lado, os gastos cresceram menos em outubro (0,4%) do que em setembro (0,6%).

O aumento da inflação é explicado pelo setor de serviços, no qual os preços subiram 3,9% em relação ao ano passado. Já os preços dos bens caíram 1% em 12 meses.

Apesar desse pequeno aumento no PCE, os valores continuam próximos da meta de 2% ao ano que o Federal Reserve (Fed), o banco central americano, persegue.

Excluindo os preços voláteis de energia e alimentos, a inflação subjacente foi de 2,8% no ano até outubro, contra 2,7% em setembro. A inflação subjacente registrou 0,3% na comparação mês a mês com setembro.

Os dados anteriores de inflação, divulgados pelo índice de preços ao consumidor (IPC), também mostraram um aumento em outubro, para 2,6% ao ano, contra 2,4% em setembro.

- Inflação, taxas de juros e tarifas-

O Fed tem uma missão dupla: controlar a inflação e manter o pleno emprego. Sua principal ferramenta é a taxa de juros, com a qual atua sobre a demanda por bens e serviços.

A instituição tenta conter os aumentos de preços que desde 2021 têm afetado o bolso dos americanos. Para isso, aumentou as taxas de juros para encarecer o crédito e, assim, desestimular o consumo e o investimento, que pressionam os preços.

O Fed, no entanto, iniciou há poucas semanas um ciclo de flexibilização, com dois cortes nas taxas, que hoje estão em uma faixa de 4,50%-4,75% ao ano.

A economia como um todo continua apresentando uma tendência muito positiva, o que levou os responsáveis pela instituição a considerar "avançar gradualmente para uma taxa neutra", de acordo com as atas do Comitê de Política Monetária (FOMC) do banco central americano publicadas na terça-feira.

De acordo com a teoria econômica, uma taxa de juros neutra ou natural é o nível em que a taxa de juros não tem um efeito nem restritivo nem expansivo sobre a economia.

"A inflação diminuiu consideravelmente", disse o presidente da Fed, Jerome Powell, após a última reunião de política monetária, mas "o trabalho não terminou".

A próxima reunião da Fed ocorrerá nos dias 17 e 18 de dezembro.

Dois terços dos agentes de mercado esperam um novo corte nas taxas, mas um terço acredita que o Fed manterá as taxas de juros no nível atual, de acordo com uma pesquisa do CME Group.

- Visões diferentes -

A inflação voltou a "um nível semelhante ao anterior à pandemia, enquanto a nossa economia continua crescendo quase 3% ao ano", destacou a principal assessora econômica da Casa Branca, Lael Brainard, após a divulgação dos dados da inflação.

"Vamos aproveitar estes avanços e reduzir os custos de bens essenciais como habitação e medicamentos, em vez de desperdiçarmos com políticas radicais que aumentariam os preços para as famílias trabalhadoras", defendeu.

Os aumentos de tarifas e expulsões em massa de migrantes anunciados por Donald Trump, quando assumir em janeiro, podem impulsionar a inflação para cima.

O presidente eleito confirmou na segunda-feira que quer impor, já a partir do próximo dia 20 de janeiro, quando será sua posse, tarifas aduaneiras de 25% sobre todos os produtos de México e Canadá que chegarem aos Estados Unidos.

"Desde a gasolina até os produtos do supermercado, as perigosas medidas tarifárias de Trump fariam os preços dos bens de consumo cotidiano subirem como flechas e apagariam os avanços que fizemos na questão da inflação", disse em um comunicado Brendan Boyle, membro democrata da Câmara dos Representantes e integrante do Comitê de Orçamento da casa.

Essa possibilidade é ainda mais provável porque a economia permanece particularmente sólida.

O crescimento, igualmente, foi ligeiramente moderado no terceiro trimestre, para 2,8% na projeção anual, de acordo com a segunda estimativa do PIB publicada na quarta-feira pelo Departamento de Comércio.

Este dado ainda está abaixo dos 3% do segundo trimestre.

Na comparação com o trimestre anterior, a expansão foi de 0,7%.

"Com um crescimento saudável do PIB e um mercado de trabalho sólido, os responsáveis pelo Fed estão atentos para que uma redução muito rápida" das taxas de juros "não estimule a inflação", resumiu Oren Klachkin, economista da seguradora Nationwide.

T.Harrison--TFWP