The Fort Worth Press - Fortaleza dos EUA melhora perspectivas de crescimento global, diz diretora do FMI

USD -
AED 3.672498
AFN 65.498886
ALL 81.893517
AMD 377.707367
ANG 1.79008
AOA 917.000342
ARS 1435.969698
AUD 1.427104
AWG 1.8
AZN 1.705638
BAM 1.658906
BBD 2.014216
BDT 122.30167
BGN 1.67937
BHD 0.37698
BIF 2963.603824
BMD 1
BND 1.273484
BOB 6.910269
BRL 5.329095
BSD 1.000025
BTN 90.583306
BWP 13.239523
BYN 2.873016
BYR 19600
BZD 2.011247
CAD 1.36301
CDF 2229.999508
CHF 0.775875
CLF 0.02185
CLP 862.740298
CNY 6.93805
CNH 6.931585
COP 3682.47
CRC 495.76963
CUC 1
CUP 26.5
CVE 93.526553
CZK 20.48585
DJF 178.079171
DKK 6.31818
DOP 63.114413
DZD 129.930442
EGP 46.862204
ERN 15
ETB 155.46494
EUR 0.846098
FJD 2.209498
FKP 0.738005
GBP 0.73479
GEL 2.695023
GGP 0.738005
GHS 10.990102
GIP 0.738005
GMD 72.999713
GNF 8778.001137
GTQ 7.670255
GYD 209.225001
HKD 7.813098
HNL 26.416279
HRK 6.373201
HTG 131.004182
HUF 319.682503
IDR 16850.9
ILS 3.11506
IMP 0.738005
INR 90.50335
IQD 1310.041816
IRR 42125.000158
ISK 122.990208
JEP 0.738005
JMD 156.517978
JOD 0.708987
JPY 156.908974
KES 129.004623
KGS 87.449685
KHR 4035.7261
KMF 419.000276
KPW 900.002243
KRW 1463.459786
KWD 0.30717
KYD 0.833355
KZT 494.785725
LAK 21489.944613
LBP 89557.410282
LKR 309.387392
LRD 188.003087
LSL 16.133574
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.332646
MAD 9.180641
MDL 17.050476
MGA 4439.468349
MKD 52.15526
MMK 2100.00747
MNT 3580.70414
MOP 8.047618
MRU 39.542143
MUR 46.060545
MVR 15.449836
MWK 1734.055998
MXN 17.31615
MYR 3.947494
MZN 63.750214
NAD 16.133574
NGN 1367.070015
NIO 36.803155
NOK 9.671904
NPR 144.932675
NZD 1.662855
OMR 0.384509
PAB 1.000025
PEN 3.364787
PGK 4.288489
PHP 58.438976
PKR 279.633919
PLN 3.56635
PYG 6607.462446
QAR 3.645108
RON 4.308602
RSD 99.323033
RUB 77.354646
RWF 1459.579124
SAR 3.75027
SBD 8.058149
SCR 13.711878
SDG 601.499357
SEK 9.01886
SGD 1.271375
SHP 0.750259
SLE 24.450175
SLL 20969.499267
SOS 570.497977
SRD 37.818026
STD 20697.981008
STN 20.780851
SVC 8.750011
SYP 11059.574895
SZL 16.130113
THB 31.515498
TJS 9.370298
TMT 3.505
TND 2.900328
TOP 2.40776
TRY 43.613505
TTD 6.771984
TWD 31.623501
TZS 2574.999815
UAH 42.955257
UGX 3558.190624
UYU 38.652875
UZS 12280.366935
VES 377.985125
VND 25950
VUV 119.988021
WST 2.726314
XAF 556.381418
XAG 0.013042
XAU 0.000202
XCD 2.70255
XCG 1.802328
XDR 0.692248
XOF 556.381418
XPF 101.156094
YER 238.397502
ZAR 16.05245
ZMK 9001.187145
ZMW 18.62558
ZWL 321.999592
Fortaleza dos EUA melhora perspectivas de crescimento global, diz diretora do FMI
Fortaleza dos EUA melhora perspectivas de crescimento global, diz diretora do FMI / foto: © AFP

Fortaleza dos EUA melhora perspectivas de crescimento global, diz diretora do FMI

A diretora-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, única candidata à sua própria sucessão, destacou, nesta quinta-feira (11), a "resiliência da economia global", impulsionada em particular pelo bom desempenho dos Estados Unidos.

Tamanho do texto:

Em seu tradicional discurso de abertura das reuniões de primavera (hemisfério norte) do FMI e do Banco Mundial (BM), que têm início na próxima terça-feira (16), em Washington, Georgieva demonstrou satisfação ao ver uma economia mundial "relativamente mais forte" do que o esperado.

"O crescimento mundial é ligeiramente mais forte devido à atividade robusta nos Estados Unidos e em muitas economias de mercado emergentes", disse a diretora-gerente do FMI.

A economia americana cresceu 2,5% no ano passado, segundo dados oficiais, superando com folga outras economias avançadas.

"O consumo robusto das famílias e o investimento empresarial, bem como a redução dos problemas das cadeias de abastecimento ajudaram", acrescentou, afirmando que a inflação está caindo "mais rápido do que o esperado".

O FMI publicará uma atualização do seu relatório de perspectivas da economia mundial (WEO) na terça-feira, com previsões de crescimento de cada país.

As declarações de Georgieva sugerem que a instituição financeira espera que a economia mundial cresça mais do que havia previsto em janeiro, quando estimou um crescimento de 3,1% para 2024 e de 3,2% para 2025.

"É tentador soltar um suspiro de alívio. Evitamos uma recessão global e um período de 'estagflação' que alguns previram", disse ela, fazendo referência à combinação entre inflação elevada e estagnação. "Mas ainda há muitas coisas com que se preocupar", completou.

O discurso aborda uma relativa solidez econômica, inserida em uma década "decepcionante", com um crescimento de médio prazo ligeiramente superior a 3%.

Para melhorar no futuro, é necessário desenvolver "boas políticas", sobretudo no combate à "inflação" e à "dívida", além do estímulo à "transformação da economia para aumentar a produtividade, a inclusão e o crescimento duradouro", expressou.

O mundo continua se recuperando dos efeitos da pandemia de covid-19, que custou 3,3 bilhões de dólares (R$ 16,7 bilhões na cotação atual), lembrou Georgieva.

- Taxa de juros e a dívida -

A delicada questão da taxa de juros também foi abordada, devido às suas elevações em quase todo o mundo e principalmente nos EUA, como um mecanismo para conter a inflação.

Taxas elevadas tornam o crédito mais caro e, portanto, desestimulam o consumo e o investimento, o que exerce pressão crescente sobre os preços.

Georgieva, cujo mandato termina em setembro e é a única candidata ao cargo, elogiou o progresso neste quesito devido às "boas decisões" da política monetária, mas insistiu que ainda há um caminho a percorrer.

Segundo ela, os bancos centrais devem "resistir aos apelos para reduzir as taxas de juros muito cedo", para evitar que um corte traga surpresas acompanhadas de um maior aperto monetário, mas também alertou que esperar muito tempo "poderia arrefecer a atividade econômica".

Os mercados americanos esperavam um primeiro corte nas taxas em junho, perspectiva que está recuando devido ao aumento de preços maior do que o esperado nos últimos meses.

As taxas elevadas impactam o custo da dívida do Estado, "que representará cerca de 5% das receitas públicas este ano" no caso das economias desenvolvidas, excluindo os Estados Unidos, e "quase 14% das receitas" em relação aos países pobres.

Segundo a diretora, muitas nações pobres enfrentam uma crise de dívida, por isso uma "reestruturação" dos pagamentos "é necessária".

A dirigente incentivou ainda a "transformação econômica" através de uma "transição ecológica e digital", uma mudança que "oferece imensas oportunidades em termos de investimentos, emprego e crescimento", concluiu.

T.Gilbert--TFWP