The Fort Worth Press - EUA e Reino Unido bombardeiam Iêmen; Hamas alerta que terá 'repercussões' regionais

USD -
AED 3.672499
AFN 63.000238
ALL 83.169003
AMD 376.6209
ANG 1.790083
AOA 917.000092
ARS 1368.052397
AUD 1.451716
AWG 1.8025
AZN 1.69793
BAM 1.695271
BBD 2.011918
BDT 122.564316
BGN 1.709309
BHD 0.376989
BIF 2967.20061
BMD 1
BND 1.283718
BOB 6.917863
BRL 5.237198
BSD 0.998895
BTN 94.130496
BWP 13.733504
BYN 2.999805
BYR 19600
BZD 2.009058
CAD 1.38535
CDF 2285.509878
CHF 0.794702
CLF 0.023516
CLP 928.540171
CNY 6.91145
CNH 6.91897
COP 3689.09
CRC 463.12669
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.576763
CZK 21.245955
DJF 177.883719
DKK 6.477905
DOP 60.224672
DZD 133.026736
EGP 52.70043
ERN 15
ETB 154.382647
EUR 0.866896
FJD 2.257398
FKP 0.747836
GBP 0.749905
GEL 2.695064
GGP 0.747836
GHS 10.920706
GIP 0.747836
GMD 73.501546
GNF 8757.194369
GTQ 7.641634
GYD 208.983427
HKD 7.82568
HNL 26.524801
HRK 6.531698
HTG 130.816171
HUF 336.210143
IDR 16931.95
ILS 3.124096
IMP 0.747836
INR 94.16635
IQD 1308.600776
IRR 1313300.000453
ISK 124.339829
JEP 0.747836
JMD 156.993954
JOD 0.708981
JPY 159.669885
KES 129.709928
KGS 87.449854
KHR 4000.242702
KMF 426.999823
KPW 900.057798
KRW 1509.249757
KWD 0.30721
KYD 0.83247
KZT 481.23605
LAK 21576.267146
LBP 89453.008863
LKR 314.161267
LRD 183.30119
LSL 17.089302
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.378746
MAD 9.32633
MDL 17.545669
MGA 4163.217544
MKD 53.427703
MMK 2099.983779
MNT 3583.827699
MOP 8.049494
MRU 39.846405
MUR 46.630413
MVR 15.459802
MWK 1732.116931
MXN 17.91723
MYR 3.999878
MZN 63.910338
NAD 17.089302
NGN 1384.759801
NIO 36.760627
NOK 9.697715
NPR 150.60914
NZD 1.735915
OMR 0.384501
PAB 0.998891
PEN 3.457024
PGK 4.316622
PHP 60.219872
PKR 278.822545
PLN 3.706645
PYG 6539.1033
QAR 3.642258
RON 4.417598
RSD 101.817979
RUB 81.375355
RWF 1458.729712
SAR 3.751912
SBD 8.041975
SCR 13.744945
SDG 601.00022
SEK 9.427865
SGD 1.28598
SHP 0.750259
SLE 24.549949
SLL 20969.510825
SOS 570.871346
SRD 37.562019
STD 20697.981008
STN 21.236391
SVC 8.740763
SYP 111.44287
SZL 17.084534
THB 32.979571
TJS 9.559625
TMT 3.51
TND 2.939203
TOP 2.40776
TRY 44.4593
TTD 6.780072
TWD 31.945008
TZS 2572.214879
UAH 43.832448
UGX 3715.935095
UYU 40.496498
UZS 12167.15207
VES 466.018145
VND 26351
VUV 119.023334
WST 2.74953
XAF 568.580406
XAG 0.014521
XAU 0.000227
XCD 2.70255
XCG 1.800334
XDR 0.707132
XOF 568.580406
XPF 103.373552
YER 238.650021
ZAR 17.09465
ZMK 9001.256834
ZMW 18.754849
ZWL 321.999592
EUA e Reino Unido bombardeiam Iêmen; Hamas alerta que terá 'repercussões' regionais
EUA e Reino Unido bombardeiam Iêmen; Hamas alerta que terá 'repercussões' regionais / foto: © AFP/Arquivos

EUA e Reino Unido bombardeiam Iêmen; Hamas alerta que terá 'repercussões' regionais

Os Estados Unidos e o Reino Unido bombardearam, nesta sexta-feira (12), posições dos rebeldes huthis no Iêmen, que ameaçam a navegação no Mar Vermelho em "solidariedade" aos palestinos em Gaza, onde o Hamas alertou que estes ataques terão "repercussões" regionais.

Tamanho do texto:

"Condenamos veementemente a agressão flagrante dos EUA e do Reino Unido no Iêmen. Consideramos que são responsáveis pelas repercussões na segurança regional", disse o movimento islamista palestino no Telegram, acentuando o receio de que o seu conflito com Israel em Gaza se espalhe para outras áreas Oriente Médio.

Esse pequeno território palestino é palco de devastadores bombardeios israelenses desencadeados após um ataque sem precedentes do Hamas em solo israelense em 7 de outubro, que deixou 1.140 mortos, a maioria civis, segundo uma contagem da AFP baseada em dados oficiais israelenses.

Em resposta, Israel prometeu "aniquilar" este movimento islamista que governa Gaza e é classificado como grupo terrorista pelos Estados Unidos e pela União Europeia. A sua operação militar causou pelo menos 23.469 mortes, a maioria mulheres e menores, segundo o Ministério da Saúde do Hamas.

Os huthis fazem parte do autoproclamado "eixo de resistência", um grupo de movimentos armados hostis a Israel e apoiados pelo Irã, que também inclui o Hamas e o Hezbollah libanês.

Desde o início da guerra em Gaza, os huthis lançaram vários ataques no Mar Vermelho, forçando muitos armadores a evitar a área e tornando o transporte entre Europa e Ásia mais caro e demorado.

Segundo o Exército dos Estados Unidos, desde 19 de novembro, este grupo rebelde que controla parte do Iêmen lançou um total de 27 ataques perto do estreito de Bab al Mandeb, que separa a Península Arábica da África.

- "Desescalar tensões" -

Em resposta, os Estados Unidos mobilizaram navios de guerra e formaram uma coalizão internacional em dezembro para proteger esta rota por onde transita 12% do comércio mundial.

Os bombardeios desta sexta-feira atingiram instalações militares huthis em vários locais. Pelo menos cinco pessoas morreram e seis ficaram feridas, disse o porta-voz militar do movimento rebelde, Yahya Saree, na rede social X. Também destacou que foram 73 ataques e que incluíram a capital Sanaa e a cidade portuária de Hodeida, que eles controlam.

Em uma declaração conjunta, Estados Unidos, Reino Unido e oito dos seus aliados garantiram que, com estes ataques, procuram "diminuir as tensões" e "restaurar a estabilidade no Mar Vermelho".

"As ações de hoje demonstram um compromisso comum com a liberdade de navegação, o comércio internacional e a defesa da vida dos navegantes contra ataques ilegais e injustificáveis", declararam Austrália, Bahrein, Canadá, Dinamarca, Alemanha, Países Baixos, Nova Zelândia, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.

O presidente americano, Joe Biden, descreveu como uma "ação defensiva" em resposta "aos ataques sem precedentes dos huthis a navios internacionais no Mar Vermelho" que ameaçam o comércio global.

- China pede "moderação" -

Apesar dos avisos de Washington e do Conselho de Segurança da ONU, os huthis dispararam um míssil balístico antinavio na quinta-feira, intensificando os rumores de uma intervenção que finalmente ocorreu na manhã desta sexta-feira.

Biden alertou que "não hesitará" em "ordenar outras medidas" militares para proteger os Estados Unidos e o comércio internacional.

Um porta-voz do grupo iemenita garantiu, no entanto, que continuarão atacando navios vinculados a Israel que transitam por aquela zona.

Sublinhando que "o Mar Vermelho é um importante ponto de passagem para a logística internacional e o comércio energético", o governo chinês manifestou a sua "preocupação" com a escalada das tensões e pediu "moderação" de todas as partes.

O Irã condenou os bombardeios britânico-americanos como uma "ação arbitrária" e uma "violação" do direito internacional e a Rússia chamou-os de "ilegítimos", mas a Otan defendeu-os como ações "defensivas".

"Nosso país enfrenta um ataque massivo de navios, submarinos e aviões americanos e britânicos", declarou o vice-ministro das Relações Exteriores huthi, Hussein Al Ezzi, citado pela imprensa rebelde.

"Os Estados Unidos e o Reino Unido devem se preparar para pagar um preço alto e assumir as graves consequências desta agressão", acrescentou.

A imprensa americana indica que os ataques foram realizados com caças e mísseis Tomahawk. O Reino Unido disse ter mobilizado quatro caças Typhoon FGR4 com bombas guiadas a laser.

O ataque ocorreu logo após o final de uma viagem regional ao Oriente Médio do chefe da diplomacia americana, Antony Blinken, para evitar uma propagação do conflito em Gaza.

O Ministério da Saúde do Hamas reportou nesta sexta-feira "inúmeras" mortes em novos bombardeios no pequeno território palestino, onde a ONU denunciou os obstáculos impostos pelas autoridades israelenses à entrega de ajuda humanitária à população.

A guerra também aumentou a tensão na fronteira entre o norte de Israel e o Líbano, onde há disparos quase diários entre tropas israelenses e milicianos do grupo libanês Hezbollah.

Além disso, no Iraque e na Síria, as forças dos EUA receberam desde outubro 130 ataques de facções locais pró-Irã, que afirmam agir em solidariedade com os palestinos, de acordo com o Pentágono.

bur-aue-saa-gl/roc/dbh-acc/es/aa

S.Jordan--TFWP