The Fort Worth Press - EUA vive sua 'Black Friday' em contexto econômico incerto

USD -
AED 3.672503
AFN 66.000343
ALL 81.750787
AMD 378.260319
ANG 1.79008
AOA 917.000119
ARS 1447.7807
AUD 1.429327
AWG 1.80125
AZN 1.695576
BAM 1.65515
BBD 2.013067
BDT 122.134821
BGN 1.67937
BHD 0.37701
BIF 2960
BMD 1
BND 1.271532
BOB 6.906503
BRL 5.2395
BSD 0.999467
BTN 90.452257
BWP 13.162215
BYN 2.854157
BYR 19600
BZD 2.010138
CAD 1.366615
CDF 2225.000441
CHF 0.777305
CLF 0.021735
CLP 858.210238
CNY 6.938199
CNH 6.93926
COP 3628.58
CRC 495.478914
CUC 1
CUP 26.5
CVE 93.31088
CZK 20.654396
DJF 177.720153
DKK 6.328325
DOP 62.700992
DZD 129.716681
EGP 46.898171
ERN 15
ETB 154.846992
EUR 0.84738
FJD 2.20515
FKP 0.729917
GBP 0.73281
GEL 2.695017
GGP 0.729917
GHS 10.974578
GIP 0.729917
GMD 72.999681
GNF 8771.298855
GTQ 7.666172
GYD 209.107681
HKD 7.812425
HNL 26.40652
HRK 6.385502
HTG 131.004367
HUF 321.707506
IDR 16807
ILS 3.094805
IMP 0.729917
INR 90.44185
IQD 1309.366643
IRR 42125.000158
ISK 122.698337
JEP 0.729917
JMD 156.730659
JOD 0.709031
JPY 156.945499
KES 128.949615
KGS 87.449748
KHR 4034.223621
KMF 418.00016
KPW 899.945137
KRW 1461.704465
KWD 0.30733
KYD 0.83291
KZT 496.518171
LAK 21498.933685
LBP 89504.332961
LKR 309.337937
LRD 185.901857
LSL 15.973208
LTL 2.95274
LVL 0.604889
LYD 6.316351
MAD 9.162679
MDL 16.911242
MGA 4427.744491
MKD 52.212764
MMK 2099.936125
MNT 3569.846682
MOP 8.043143
MRU 39.687396
MUR 45.879676
MVR 15.450132
MWK 1732.791809
MXN 17.32615
MYR 3.935502
MZN 63.749926
NAD 15.973816
NGN 1368.559885
NIO 36.779547
NOK 9.67647
NPR 144.74967
NZD 1.666655
OMR 0.384458
PAB 0.999458
PEN 3.359892
PGK 4.282021
PHP 58.951022
PKR 279.546749
PLN 3.57428
PYG 6615.13009
QAR 3.645472
RON 4.317499
RSD 99.475027
RUB 76.246155
RWF 1458.735317
SAR 3.75002
SBD 8.058101
SCR 13.714455
SDG 601.498038
SEK 8.989675
SGD 1.27291
SHP 0.750259
SLE 24.474968
SLL 20969.499267
SOS 570.224434
SRD 37.894053
STD 20697.981008
STN 20.734071
SVC 8.745065
SYP 11059.574895
SZL 15.972716
THB 31.719961
TJS 9.340239
TMT 3.51
TND 2.890703
TOP 2.40776
TRY 43.529499
TTD 6.770395
TWD 31.672103
TZS 2580.289652
UAH 43.116413
UGX 3558.598395
UYU 38.520938
UZS 12251.99609
VES 371.640565
VND 25982
VUV 119.556789
WST 2.72617
XAF 555.124234
XAG 0.011178
XAU 0.0002
XCD 2.70255
XCG 1.80131
XDR 0.68948
XOF 555.135979
XPF 100.927097
YER 238.374961
ZAR 16.080355
ZMK 9001.194249
ZMW 19.565181
ZWL 321.999592
EUA vive sua 'Black Friday' em contexto econômico incerto
EUA vive sua 'Black Friday' em contexto econômico incerto / foto: © AFP

EUA vive sua 'Black Friday' em contexto econômico incerto

As compras da "Black Friday" marcaram esta sexta-feira (24) nos Estados Unidos, onde as lojas oferecem grandes descontos em um ambiente econômico melhor do que o esperado, embora com algumas incertezas.

Tamanho do texto:

Cerca de mil pessoas entraram na loja Macy's em Manhattan quando ela abriu às 6h locais (8h de Brasília), após uma contagem regressiva simbólica.

"Maquiagem, um casaco... Há promoções boas", comentou Shira Clements, de 27 anos, que foi às compras com sua amiga Dani Ditchek, de 26.

"É melhor" comprar em uma loja do que na internet. "Passamos tempo juntas. É uma experiência", opinaram.

"É a Black Friday, e há grandes promoções. Não há lugar melhor do que Manhattan para fazer compras para o Natal", explicou Sandee Foster, de 74 anos, que estava terminando suas compras para as festas.

Ela e seu amigo George Lawrence, de 72 anos, procuram por qualquer oportunidade de compra "que apareça". Participam todo ano porque gostam da "atmosfera" do dia.

A febre de compras gerada por este dia de consumo, que se tornou tradicional nos Estados Unidos e se espalha para o resto do mundo, tomou conta das vitrines e dos sites das lojas. E-mails estão saturados de ofertas e a publicidade começa cada vez mais cedo.

"Os comerciantes estão preocupados, tentam captar os gastos dos consumidores antecipadamente para garantir", explica Randy Allen, professor de administração da Universidade de Cornell.

Além da "Black Friday", há a "Cyber Monday", na segunda-feira, focada em produtos eletrônicos. De acordo com a Adobe Analytics, nesta sexta-feira serão faturados cerca de US$ 9,6 bilhões (R$ 47 bilhões, na cotação atual), e na segunda-feira, cerca de 12 bilhões (R$ 58,8 bilhões).

No total, a "Cyberweek", como é conhecido o período entre o feriado de Ação de Graças, celebrado na quinta-feira, e a segunda-feira seguinte, movimentará cerca de US$ 37,2 bilhões (R$ 182,2 bilhões) apenas online (+5,4% em relação a 2022).

Segundo a Federação Nacional de Varejistas (NRF, na sigla em inglês), mais de 182 milhões de pessoas farão compras durante esses dias. São 16 milhões a mais do que no ano passado, um recorde desde 2017, quando começaram os registros.

A NRF espera vendas para a temporada de festas de final de ano - novembro e dezembro - de quase US$ 1 trilhão (R$ 4,9 trilhões, +4%).

De acordo com a Adobe Analytics, as compras por um smartphone estarão em alta e superarão pela primeira vez as realizadas por computadores.

"Os clientes buscarão itens que realmente desejam e precisam, em vez de comprar por impulso", estima Neil Saunders, diretor da GlobalData. Isso "não é necessariamente bom para os comerciantes".

- Consumidor de pé -

A amplamente anunciada recessão não se concretizou nos Estados Unidos, e os consumidores mostraram-se "resilientes", destacam vários especialistas, apesar da persistência de algumas incertezas.

A inflação parece estar controlada, mas segue acima da meta de 2% estabelecida pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), que interrompeu o aumento de suas taxas de referência, ainda que as mantenha em seus maiores níveis em 22 anos.

As economias da pandemia desapareceram, a moratória autorizada para empréstimos estudantis não está mais em vigor e o endividamento com cartões de crédito atingiu níveis recordes, assim como as taxas de juros cobradas pelos emissores, ao redor de 20%.

No entanto, o desemprego está em mínimos históricos, sendo fundamental para sustentar o consumo.

Em cerca de 30 países, incluindo França, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Japão, funcionários da Amazon estão em greve, coincidindo com a "Black Friday", para pressionar por melhores condições de trabalho.

P.McDonald--TFWP