The Fort Worth Press - De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação

USD -
AED 3.672504
AFN 63.000368
ALL 82.776172
AMD 376.396497
ANG 1.790083
AOA 917.000367
ARS 1391.503978
AUD 1.422273
AWG 1.8025
AZN 1.70397
BAM 1.687271
BBD 2.010611
BDT 122.494932
BGN 1.709309
BHD 0.377087
BIF 2954.923867
BMD 1
BND 1.276711
BOB 6.898158
BRL 5.313404
BSD 0.998318
BTN 93.32787
BWP 13.612561
BYN 3.028771
BYR 19600
BZD 2.007764
CAD 1.37265
CDF 2275.000362
CHF 0.78844
CLF 0.023504
CLP 928.050396
CNY 6.886404
CNH 6.906095
COP 3669.412932
CRC 466.289954
CUC 1
CUP 26.5
CVE 95.125739
CZK 21.149204
DJF 177.768192
DKK 6.457504
DOP 59.25894
DZD 132.24804
EGP 51.758616
ERN 15
ETB 157.330889
EUR 0.862704
FJD 2.21445
FKP 0.75164
GBP 0.749681
GEL 2.71504
GGP 0.75164
GHS 10.882112
GIP 0.75164
GMD 73.503851
GNF 8750.377432
GTQ 7.646983
GYD 208.85994
HKD 7.83525
HNL 26.423673
HRK 6.511304
HTG 130.966657
HUF 339.680388
IDR 16956.2
ILS 3.109125
IMP 0.75164
INR 94.01055
IQD 1307.768624
IRR 1315625.000352
ISK 124.270386
JEP 0.75164
JMD 156.839063
JOD 0.70904
JPY 159.240385
KES 129.327524
KGS 87.447904
KHR 3989.129966
KMF 427.00035
KPW 899.870128
KRW 1505.310383
KWD 0.30657
KYD 0.831903
KZT 479.946513
LAK 21437.260061
LBP 89404.995039
LKR 311.417849
LRD 182.685589
LSL 16.84053
LTL 2.95274
LVL 0.60489
LYD 6.39089
MAD 9.328473
MDL 17.385153
MGA 4162.53289
MKD 53.176897
MMK 2099.940821
MNT 3585.542519
MOP 8.05806
MRU 39.961178
MUR 46.510378
MVR 15.460378
MWK 1731.096062
MXN 17.898204
MYR 3.939039
MZN 63.903729
NAD 16.84053
NGN 1356.250377
NIO 36.733814
NOK 9.569995
NPR 149.324936
NZD 1.712622
OMR 0.384504
PAB 0.998318
PEN 3.451408
PGK 4.309192
PHP 60.150375
PKR 278.721304
PLN 3.69475
PYG 6520.295044
QAR 3.65052
RON 4.401504
RSD 101.324246
RUB 82.822413
RWF 1452.529871
SAR 3.754657
SBD 8.05166
SCR 13.69771
SDG 601.000339
SEK 9.344038
SGD 1.282504
SHP 0.750259
SLE 24.575038
SLL 20969.510825
SOS 570.504249
SRD 37.487504
STD 20697.981008
STN 21.136177
SVC 8.734849
SYP 110.536894
SZL 16.845965
THB 32.908038
TJS 9.588492
TMT 3.51
TND 2.948367
TOP 2.40776
TRY 44.252504
TTD 6.773066
TWD 32.036704
TZS 2595.522581
UAH 43.73308
UGX 3773.454687
UYU 40.227753
UZS 12170.987361
VES 454.69063
VND 26312
VUV 119.352434
WST 2.727514
XAF 565.894837
XAG 0.014693
XAU 0.000222
XCD 2.70255
XCG 1.799163
XDR 0.703792
XOF 565.894837
XPF 102.885735
YER 238.603589
ZAR 17.12748
ZMK 9001.203584
ZMW 19.491869
ZWL 321.999592
De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação
De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação / foto: © POOL/AFP

De Paris a Nova York, principais museus passam por grande transformação

O Museu do Louvre prepara uma nova ampliação para conter as multidões de turistas em frente à Mona Lisa, enquanto outros grandes museus ao redor do mundo estudam reformas para responder ao desafio do turismo excessivo ou da mudança climática.

Tamanho do texto:

"Diante da explosão do turismo, das preocupações com a segurança, da emergência climática e da revolução digital, nosso modelo está sendo questionado. Em todos os lugares, nossos parceiros internacionais estão repensando seus espaços", resume Laurence Des Cars, presidente do Museu do Louvre.

É o museu mais visitado do mundo, com quase 9 milhões de pessoas em 2024, das quais 80% são turistas estrangeiros, à frente do Museu Britânico, dos Museus do Vaticano e do Met em Nova York.

O plano de reforma prevê uma nova entrada para aliviar o congestionamento na pirâmide de vidro até 2031, e uma sala de exposição dedicada exclusivamente à Mona Lisa, com um ingresso de entrada adicional.

Dos 30.000 visitantes diários (limitados pela capacidade), 80% vão para ver a obra-prima de Leonardo da Vinci e... tirar selfies.

Em Madri, o Prado (3,5 milhões de visitantes em 2024) encontrou uma solução, abrindo todos os dias para "distribuir melhor a visitação"... e proibiu tirar fotos.

"Se 8.500 pessoas vão ao Prado todos os dias, isso significa 8.500 fotos no mesmo lugar, provavelmente em frente a 'As Meninas' de Velázquez ou 'O Jardim das Delícias Terrenas' de Hieronymus Bosch", explica o diretor.

- "Materiais sustentáveis" -

No Louvre, que tem 70.000 m² de área de exposição, também foi anunciado um plano de circulação completamente repensado, em um edifício reformado e equipado com novas salas, a um custo total estimado entre 700 e 800 milhões de euros (4,2 bilhões e 4,8 bilhões de reais) em dez anos, ou mesmo "um bilhão", de acordo com os sindicatos.

O Estado já anunciou que sua participação será mínima, "160 milhões de euros (961 milhões de reais) ao longo de 15 anos", segundo o Ministério da Cultura.

O museu terá, portanto, que levantar seus próprios fundos (bilheteria, patrocínio, licença de marca de Abu Dhabi) e também inovar com uma taxa de entrada mais cara para visitantes de fora da UE (30 euros ou 180 reais) a partir de 2026.

Em Londres, onde o acesso às coleções permanentes do museu é gratuito, mas as exposições temporárias estão sujeitas a uma taxa, a Galeria Nacional realizou grandes obras para marcar seu 200º aniversário.

O objetivo? A reforma completa de sua entrada para acomodar melhor seus visitantes (mais de 6 milhões por ano antes da covid e 4,2 milhões em 2023) e a criação de um espaço dedicado à pesquisa, além de um centro educacional.

O programa, de 85 milhões de libras (610 milhões de reais) visa tornar o museu mais eficiente em termos de energia e mais "resiliente aos impactos da mudança climática", de acordo com seus diretores.

- Nova estratégia -

Em Nova York, o Museu Metropolitano vem perdendo visitantes desde 2019.

Para remediar isso, renovou completamente sua ala dedicada aos mestres dos séculos XIV a XIX, uma das maiores coleções de pinturas europeias do mundo.

As claraboias no teto datam de 1939 e foram reformadas pela última vez na década de 1950. As obras, com um custo total de 150 milhões de dólares (868 milhões de reais), duraram cinco anos.

As coleções foram reorganizadas cronologicamente e ganharam nova iluminação por claraboias e luzes de LED no teto, em salas completamente repintadas, de acordo com seu diretor, Max Hollein.

Assim como seus colegas ansiosos por atrair um público mais jovem e diversificado, o Met adotou uma abordagem "menos centrada no Ocidente" para suas coleções, disse Hollein.

Após diversas obras adicionais milionárias, uma ala que abriga todas as artes da África desde 1932, assim como as da Oceania e das Américas antes da colonização europeia, será reaberta na primavera.

No ano passado, dedicou uma exposição inédita ao "Renascimento do Harlem", o primeiro movimento internacional de arte moderna fundado por artistas americanos negros.

O Met também abraçou a imersão em 2023, apresentando uma coleção de vestidos de seu departamento de moda com imagens sintéticas, patrocinada pela rede social TikTok, para sua exposição de primavera que coincide com sua gala onde as estrelas se reúnem.

C.Dean--TFWP